Publicado por thinkculture em 09/02/2010

Foi um episódio apenas ok da série, teve apenas uma trama principal sendo desenvolvida enquanto que outras três foram jogadas apenas pra ficarmos sabendo, já que não houve nenhum tipo de desenvolvimento.
A trama foi de Barney, que na espera pra saber se iria ser demitido por ter feito algo errado no trabalho ficou ansioso, e toda vez que fica assim se imagina sendo entrevistado sobre seu esporte preferido: pegar mulher. E aí começamos a ver como foi sua semana perfeita onde ele ficou com sete mulheres diferentes em sete dias. Até que foi divertida a história, mas as tramas dos demais participantes poderia ter sido melhor aproveitada.
Afinal, descobrir que Lily e Marshall dividiam uma escova de dente, literalmente, foi o cúmulo da nojeira assim como Ted zoar sem querer sua aluna com o nome de Cook Pu, foi o cúmulo da vergonha alheia, e coitada da garota, até no bar, Ted pensou que era uma brincadeira, quando na verdade ela realmente estava lá.

Enviado em How I Met Your Mother, Séries, TV | Tagged: How I Met Your Mother, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 09/02/2010

Desde que retornou do hiato a série vem num ritmo bem lento, com alguns episódios mais simpáticos do que outros e aos poucos definindo qual será seu plano até o final da temporada, ao que tudo indica teremos um triângulo amoroso pra Sarah, Kevin e Scotty com a mesma trama da temporada inteira – o que eu acho um erro -, Kitty concorrendo a vaga de senadora e o segredo da mina de ouro da Ojai.
A trama principal do episódio foi o fato de se tornar de conhecimento familiar o fato de Kitty iniciar sua carreira política, e quando os Walkers fizeram uma votação e ela obteve uma negação, a culpa caiu nas costas de Nora o que gerou todo o drama do episódio.
Para digerir esse fato, Kitty acabou levando Kevin na reunião do colégio, enquanto que Nora e Robert se degladiavam na cozinha de Scotty que convidou os dois pra cozinharem, e Kitty acabou descobrindo que foi o irmão quem lhe deu o voto e ainda foi responsável pelo seu maior na trauma na high school, quando sabotou as eleições.

A série dá uma sensação de dejá vu muitas vezes, e foi isso que aconteceu com a trama de Sarah e a tal questão do sexo com Roy, e depois que consumaram, ela recebe uma mensagem de Luc dizendo que sente falta dela, ou seja, será que ela irá escolher o relacionamento estável ou a aventura?
Agora eu fiquei intrigado é se Holly resolveu virar amante do cara que quer se vingar dos Walkers e sabe se realmente há alguma “mina de ouro” escondida lá. Se ela sair da Ojai, vai perder a função na série, já que virará apenas a sogra de Justin, após o casamento, mas de qualquer forma acredito que os roteiristas irão fazer algo pra mantê-la ainda mais perto dos Walkers.

Enviado em Brothers & Sisters, Séries, TV | Tagged: Brothers & Sisters, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 09/02/2010

Desperate continua sua jornada de uma maneira muito interessante, não tem apresentado episódios estupendos ou revolucionários, mas vem com uma regularidade em que fazem com que os pouco mais de 40 minutos sejam satisfatórios naquilo que é proposto.
O episódio contou com a participação de Julie Benz (Dexter), que interpreta Robin, uma stripper que se torna amiga de Susan e vê nela um modelo de vida, o que a fez pedir demissão e como Susan se sentiu responsável acabou acolhendo-a em casa. Eu acredito que seria muito batido se utilizassem algum tipo de trama com uma possível traição do Mike com ela, portanto se os roteiristas estiverem com preguiça de fazer algo mais elaborado deverão utilizar isso. Divertido foi ver o pequeno MJ se engraçando com a moça.

De alguns episódios pra cá voltaram a dar algum destaque pra Maiara Walsh, e agora com sua personagem namorando Danny, foi motivo pra mais daqueles momentos em que Gaby utilizou toda sua “sabedoria” pra tentar convencer a garota a não fazer sexo, prometendo um apartamento e um curso para modelos caso não o fizesse, mas o destaque ficou por conta de Carlos que pegou os dois no flagra e ao ameaçar o garoto, viu Angie direcionar toda sua fúria pra ele. Também destaco o momento final em que Carlos e Gaby ouviram atrás da porta a discussão entre Angie e o marido e ficaram conhecendo um pouco mais sobre o passado da vizinha.
Bree finalmente encerrou sua guerra com Orson, que começou o episódio querendo se matar e não via que a esposa tentava se esforçar por ele, mas o final da trama, mesmo que voltando duas temporadas atrás, irá proporcionar um recomeço para os dois, espero que sem tanta turbulência.
Já a trama de Lynette está muito chata, porque tudo aquilo que foi dito durante as sessões de terapia, a gente já sabia pela atitude dos dois, então achei meio que os roteiristas nos fizeram de burro, pra explicar o porquê de cada um agir do jeito que age.

Enviado em Desperate Housewives, Séries, TV | Tagged: Desperate Housewives, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 08/02/2010

“É o começo do fim”, por mais clichê que essa frase possa ser, foi assim que eu me senti ao começar a ver a estréia da última temporada que promete nos responder algumas perguntas, óbvio que ficar especulando se torna mais divertido, e até gosto de ler outras opiniões a respeito da série, já que pra fazer analogias com diversas coisas, eu não sou muito bom, prefiro me prender ao que vi até agora e o que aconteceu no episódio.
Achei interessante os roteiristas utilizarem outro tipo de narrativa, se eles já utilizaram os flashbacks e os flashforwards, agora utilizam uma espécie de segunda alternativa, e se tudo tivesse dado certo no voo? Como teria sido eles lá dentro e depois desembarcando no aeroporto? E foi nesse cenário que vimos a volta de diversos personagens, como Boone (Ian Somerhalder), Charlie (Dominic Monaghan) e Claire(Emilie DeRavin), sendo que a última é a única que não teve um desfecho lógico. Li em alguns comentários que a trama de Boone, foi mudada, eu realmente não lembro de alguns momentos da primeira temporada, mas Shannon não apareceu pelo o que eu li foi porque a Maggie Grace não aceitou participar da última temporada. Essa parte da “realidade alternativa”, digamos assim, serviu como uma sessão nostalgia, já que vimos os personagens como os conhecemos, agora só fiquei intrigado com aquela história do caixão do pai do Jack ter sumido, e ainda, o que foi aquela vista da ilha submersa? Pra mim, essa realidade é o que teria acontecido se a bomba fizesse o efeito esperado.

Voltando aos acontecimentos da ilha, eu realmente achei maldade com Sawyer, comigo e todos os fãs de Juliet, nos fazerem acreditar que ela conseguiria escapar ilesa. Aliás, a primeira parte do episódio envolveu esse resgate de Juliet. E uma aparição de Jacob para Hurley, que mandou eles irem para o templo, onde Sayid poderia ser salvo e ainda levar o estojo do violão – que até agora eu não sabia pra que servia, Jorge Garcia e Josh Holloway dominaram essa parte da trama, enquanto que no outro lado da ilha, após a morte de Jacob e a invasão dos homens de Ilana, tivemos uma revelação bombástica, já que aquele cara que se tornou inimigo de Jacob, mas que o conhecemos ainda como amigo na premiere do quinto ano, é o monstro da fumaça, e mesmo matando todos os homens, o que achei mais interessante é que tem como se proteger, já que um dos caras bem que tentou, mas não conseguiu a tempo. Nessa trama obviamente Terry O’Quinn e, principalmente Michael Emerson deram um show.

Na segunda parte do episódio, tivemos a busca de Hurley e os outros pelo templo que Jin, já conhecia na época em que esteve com os franceses e foi atacado pelo monstro da fumaça. Se tem uma coisa que me incomoda na série, é que ao mesmo tempo que eles vão te respondendo algumas coisas, outras tantas perguntas aparecem, e o que é aquele templo enorme, e lindo, no meio da ilha e que ninguém tinha visto? E é lá que eles chegam e levam Sayid até uma água milagrosa, onde ele acaba ressuscitando, mas ao saber que Jacob estava morto, o asiático, chefe do templo, logo solta um aviso e começam a se preparar para uma batalha. Me surpreendeu também a surra final que Richard levou de Locke, mas acredito que tenha sido pela lealdade dele a Jacob.
Não gostei de terem salvado Sayid, em vez de Juliet, mas foi um começo promissor, e eu só não entendi porque fizeram tanta coisa em volta de um confronto entre Widmore e Ben, já que ao que tudo indica a briga será entre Jacob e o seu ex-amigo.

Enviado em Lost, Séries, TV | Tagged: Lost, review, Séries | 1 Comentário »
Publicado por thinkculture em 07/02/2010

Após de mais de dois meses de hiato, a série voltou e pra ser honesto não foi um episódio interessante, apesar de apostar em mostrar um pouco mais das origens do Arqueiro Verde e não sei se foi apenas impressão, mas parecia que a emissora está mais preocupada com os frutos de que o telefilme/episódio duplo que irá ao ar dia 5, pode lhe fornecer.

O relacionamento de Lois e Clark continua a ser explorado e já começamos a ter pista que o envolvimento entre os dois, pode trazer perigo a moça, já que Zod, mesmo sem seus poderes já fez questão de ir conhecê-la e estabelecer algum tipo de vínculo, o que não deixou Clark nada feliz.
A trama do episódio em si, foi a perseguição que a irmandade da qual Oliver participava e onde adquiriu todos seus conhecimentos, sobre as pessoas que importavam pra ele, a amada, a aliada e a discípula. Foi até interessante ver que os outros personagens chegaram a desconfiar dele, por causa do seu lado sombrio, mas no fim era o mestre de Oliver, Vorgidan quem estava indo atrás das pessoas que importavam pra ele.

Enviado em Smallville, Séries, TV | Tagged: review, Séries, Smallville | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 07/02/2010

Foi um episódio apenas ok, para a série, e não será memorável, já que não teve grandes acontecimentos, mas também não chegou a ser ruim.
A trama principal do episódio ao meu ver e que deverá ser desenvolvida nos episódios restantes é a acusação de que Tami foi quem aconselhou Becky a fazer o aborto, tudo isso partindo da mãe de Luke, agora eu só não entendo porque a mulher foi procurar a garota pra dar apoio depois do acontecido, em vez de tê-la apoiado e aconselhado desde o inicio. Tami foi salva pelo conselho da escola, mas a história foi parar nos jornais e é aí que o bicho vai pegar.

Enquanto isso seu marido trabalha pra tentar acertar os Lions, que no próximo jogo enfrentaram os Panthers, no que promete agitar os dois lados de Dillon, só que Eric tem que lidar com o problema do machucado de Luke – que ainda bem não forçaram nada do tipo dele se viciar em analgésicos -, e o envolvimento de Vince com a gangue e a morte de seu melhor amigo.
Já o casal Landry e Jess não empolga e nem a tentativa de inserir uma trama com algum preconceito por parte da família dele deu certo, e também tivemos Matt aparecendo em Chicago e ligando pra Julie, no que pareceu ter selado o fim de sua participação na série.

Enviado em Friday Night Lights, Séries, TV | Tagged: Friday Night Lights, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 07/02/2010

Um episódio que foi apenas um pouquinho superior ao anterior não é um elogio, e a série já começa a se preparar para o restante da temporada, sem ao menos nos ter empolgado, após o término da trama de Renee e o suposto filho de Nathan, as demais tramas ficam se arrastando episódio após episódio num festival de clichês que chega a irritar.
Eu não havia me empolgado com o final do episódio anterior nem um pouco, mas o desenvolvimento da trama envolvendo Taylor e o ex-marido de Quinn, e toda a crise que aconteceu entre as irmãs James, foi divertido de se ver, mas foi concluído de uma maneira muito rápida. Aliás, se Haley não queria a irmã lá, porque a deixou ficar? E Taylor já vai embora? Qual foi sua função na série? Só se objetivo era fazer com que Quinn e Clay assumissem a relação, fazendo sexo e ele dando a chave de casa pra ela.

Eu realmente não entendo o que fizeram com a Brooke, eu sempre gostei da personagem, mas ela ultimamente anda muito chata, uma luz apareceu pelo menos para o relacionamento dela com Julian, mas será que dará certo ela trabalhar com ele, e Alex? Fato é que é questão de tempo pra eles se acertarem.
Mouth voltou, e ao que indica deverá formar mais um triângulo amoroso na série, já que eu achei que a professorinha, namorada do Skills, flertou com ele, enquanto limpavam o apartamento, agora é ver se isso será motivo para mais uma recaída de Millie.

Enviado em One Tree Hill, Séries, TV | Tagged: One Tree Hill, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 05/02/2010

A série realmente ainda não engrenou e lendo diversos comentários sobre esse e os episódios anteriores, a gente realmente chega a conclusão de que Jack Bauer está cansado e isso é fácil de perceber em seu olhar.
Outra pessoa que está cansada é Renee, ela não é mais aquela que vimos na temporada passada forte, mas ao mesmo tempo frágil no sentido de mais emocional em relação as situações que lhe foram apresentadas. Renee é uma mulher hoje dura e ainda sim frágil, mas por causa do que passou que incluiu uma tentativa de suicídio e é por isso que ela se arrisca pra se infiltrar na máfia russa, pra sentir o perigo novamente e talvez acabar com seu sofrimento, que no caso só terminaria com a morte.

O excesso de tramas paralelas está desgastando os personagens mais antigos ao meu ver, li nos comentários e passei a percebi que a Presidente Taylor, não anda tendo uma participação efetiva como na temporada passada, isso é evidente pelo fato de Cherry Jones ter ganho o Emmy pelo papel, mas nessa temporada quem tem roubado a cena é Anil Kapoor e todos os problemas do Kamistão e de seu casamento.
A trama da Dana Walsh/Jenny está tão arrastada que fica até difícil comentar, descobrimos que ela foi cúmplice num assassinato e que agora o criminoso, no caso, Kevin está chantageando ela. Ok, eu nunca vi Battlestar Galactica, mas eu acho que os roteiristas não estão sendo justos com a Katee Sackhoff, com uma trama fraca e ao mesmo tempo, por enquanto, previsível.

Enviado em 24 Horas, Séries, TV | Tagged: 24 Horas, review, Séries | 1 Comentário »
Publicado por thinkculture em 05/02/2010

O grande problema da série vem sendo sua sequência de episódios um tanto quanto irregulares, e esse de número 11 foi mais uma prova disso após o divertido episódio passado, pelo menos, deram espaço pra Olivia Wilde se destacar.
O caso da semana era bem interessante, com a paciente que sofria de psicopatia, que no inicio pensava-se que ela teria nascido assim, mas depois viu que foi por culpa de um trauma passado, além do problema no cérebro, ela tinha doença de Wilson, o que causou problema em outros órgãos, mas o que chamou mais atenção na paciente foi toda a revolta que ela causou na Thirteen, pela manipulação de sentimentos.

Falando na Thirteen, toda aquela historinha com o Foreman, foi muito, mas muito chata, eu já não agüentava mais ver os dois discordarem simplesmente porque não davam o braço a torcer.
Fora isso, House seguiu mais um passo da terapia, onde teria que se desculpar com alguém, e escolheu um colega da faculdade que acabou fracassando na vida e ele pensava que era o culpado por ter trocado os trabalhos na época, mas depois ele acabou percebendo que ele não tinha nada a ver com aquilo.

Enviado em House, Séries, TV | Tagged: House, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 05/02/2010

Impressionante a crescente em que a série se encontra, desde meados da temporada passada, fato é que eles amadureçam os personagens e seus conflitos e nessa temporada estão trazendo participações especialíssimas, o que deixa tudo mais interessante de se assistir.
Zachary Levi, está cada vez melhor na pele de Chuck e nesse episódio onde ele encarou sua primeira missão solo, deu mais um show de interpretação até porque com esse novo intersect a cada momento ele tem que mudar a postura, como foi o caso da luta de espadas, com ele na pose de lutador de esgrima. Esse episódio contou com a continuação da participação de Brandon Routh e o inicio da participação de Kristin Kreuk (Smallville), como Hannah, a quem Chuck conhece no avião e ao que tudo indica deverá formar o triângulo amoroso com o espião e Sarah.

O personagem de Brandon Routh ainda é uma incógnita, ao que parece ele se tornou um cara mais duro depois da perda da esposa, que foi assassinada pelos agentes da Aliança, mas em certos momentos, principalmente no seu modo de agir com Sarah, ele se mostra um chato.
Já na Buy More, como sempre o novo chefe é alvo da rebeldia dos funcionários e Morgan vem sofrendo com isso, até que pede ajuda a Casey, que pra fazer com que Lester mude seu comportamento utilizou uma tática que fez referência ao filme Laranja Mecânica.

Enviado em Chuck, Séries, TV | Tagged: Chuck, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 04/02/2010

Talvez a série com a protagonista feminina que a gente mais ama odiar, está de volta e como sempre cheia de mistérios. Para assistir Damages, tem que se levar em conta que duas narrativas são iniciadas e que só se encontrarão no episódio final, onde tudo fará sentido, e é exatamente por isso que não se pode desperdiçar nenhum detalhe, já que parece que tudo que os personagens fazem tem uma segunda intenção por detrás.
A nova temporada começa com as personagens principais em diferentes estágios da vida, mas ao mesmo tempo parecidas, isso deu pra perceber que mesmo Ellen querendo um distanciamento, trabalhando na promotoria, quando consegue que seu acusado abra a boca, seus colegas de departamento logo se perguntam sobre os métodos que ela utilizou, enquanto que Patty realmente em seu caso, continuou fazendo seus joguinhos.

O elenco convidado também está ótimo, Martin Short, Campbell Scott, Lily Tomlin e Keith Carradine, foram alguns dos nomes que apareceram e continuaram a aparecer na temporada.
Patty, mais uma vez está defendendo vítimas de uma fraude, enquanto a promotoria quer o responsável preso, ela quer descobrir onde o dinheiro roubado está, e pra isso utilizou suas táticas de sempre pra fazer um dos filhos falar sobre o caso.
Como sempre somos levados a seis meses no futuro, onde Patty sofre um acidente de carro (Confesso que tomei um susto), e uma situação vai ligando a outra, enquanto os policiais investigam já que o carro estava em nome de Tom, e seu corpo é encontrado numa caçamba de lixo perto de seu apartamento – que por sinal, eu achei muito largado para quem tinha colocado o nome na porta da empresa -, e nisso somos levados a dois pontos de partida, primeiro o mendigo que está com a bolsa ensanguentada, que seis meses antes Ellen ganhou de Patty, e segundo ele foi quem atendeu o telefone (no presente), quando Patty ligou para o número dado por Joe.

Enviado em Damages, Séries, TV | Tagged: Damages, review, Séries | 1 Comentário »
Publicado por thinkculture em 30/01/2010

Após esse episódio eu fiquei me perguntando até onde vai, esse vai-e-vem da Katherine Heigl na série, não li nada a respeito de que seriam apenas participações esporádicas, pensei que ela já estaria de volta pra valer a partir desse episódio, mas pelo final fiquei com dúvidas.
Izzie reaparece no Seattle Grace disposta a esquecer toda a crise do casamento, e seguir em frente, inclusive pedindo a Derek uma recomendação para um hospital perto dali, mas não sai como o esperado, e como todos sabem amor vira ódio rapidamente, e foi praticamente isso que Karev demonstrou, que apesar dele estar feliz com a cura dela, seu amor por ela é tão grande que praticamente se tornou ódio por tudo que ela o fez passar.

Meredith foi quem se arriscou pelos amigos nesse episódio, encobrindo o Chief e praticamente começando uma crise no casamento, já que Derek queria a todo custo contar ao Conselho sobre a condição do Chief, e ganha a “permissão” da esposa, aí que está a dúvida, será que Mer é egoísta ao ponto de por não ter feito a cirurgia que queria dedurar o Chief, ou realmente queria que Derek recontratasse Izzie?
Chegou ao final mesmo o relacionamento de Mark e Lexie, já que com a culpa de ter dormido com outras pessoas os fez abrir a boca, Lexie aceitou numa boa achando que estavam quites, já o mesmo não aconteceu com Mark, que terminou de vez. Ainda teve Teddy botando as garras de fora e dizendo pra Owen o que Cristina havia lhe dito, e como alívio cômico, a catapora de Callie, que fez Sara Ramirez me fazer rir, e muito!

Enviado em Grey's Anatomy, Séries, TV | Tagged: Grey's Anatomy, review, Séries | 1 Comentário »
Publicado por thinkculture em 30/01/2010

Antes de ver esse episódio, eu já sabia que se tratava de algo do tipo especial, relembrando alguns momentos do passado e até estranhei o fato de muitos terem criticado. Realmente não me importei, já que gostava dos episódios no mesmo estilo quando “Friends” os apresentava.
A trama foi bem simples, um investidor disposto a comprar a Dunder Mifflin chega ao escritório e pra conhecer o ambiente e o funcionário vai conversar com Toby, e ao lhe fazer perguntas somos levados a momentos desses últimos seis anos, tudo isso para abrir caminho para a segunda parte da temporada, provavelmente com a Dunder Mifflin com novo dono.
O review foi bem curto, mas foi culpa do episódio.

A partir de fevereiro a série sai da cobertura semanal do Thinkculture, voltando ao final de sua temporada com um resumo.
Enviado em Séries, TV, The Office | Tagged: review, Séries, The Office | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 30/01/2010

Seguindo com todas as suas tramas de uma maneira bem coerente, a série apresenta um episódio um pouco acima dos anteriores, que vinham bem mornos, mas fato é que a série tem sentido falta de seus protagonistas originais e de uma maneira boa, se esforça pra nos fazer entender e se importar com esses personagens que chegaram agora.
A Madison Burge (Becky), tem uma trama infinitamente superior à da Jurnee Smolett (Jess) e não aparece seu nome na abertura o que eu acho errado. Nesse episódio a trama de Becky e se intensificou e Tim pra ajudá-la acaba levando-a para a melhor conselheira de Dillon, Tami Taylor. Enquanto isso, Luke Cafferty contava a seus pais e recebia o apoio deles diferente da menina, que sua própria mãe via como melhor opção o aborto, pelo final do episódio deu a entender que ela realmente fez aborto, mas eu não sei se foi apenas para não perturbar Luke. O trio, Madison Burge, Matt Lauria e principalmente, Connie Britton se destacaram nesse episódio.
O que eu já tinha falado no episódio passado se confirmou aqui, mas de uma maneira mais crível talvez, Vince realmente voltou a se envolver com a gangue local, justamente para poder pagar o tratamento de sua mãe, que teve uma overdose e tinha que ir de qualquer maneira para a reabilitação, agora ele vai ter que encarar Coach Taylor e seu chefe, o pai de Jess, que apostavam tudo no garoto e torciam pra ele não jogar tudo pro alto.

Enviado em Friday Night Lights, Séries, TV | Tagged: Friday Night Lights, review, Séries | Deixar um comentário »
Publicado por thinkculture em 29/01/2010

Num episódio que serviu para consolidar o relacionamento de Christine com Max, a série traz de volta um antigo amor da personagem, Sr. Harris, interpretado por Blair Underwood.
Tudo começa quando aquela velha história do dizer “Eu Te Amo”, não é correspondida por Max e Christine logo recebe uma mensagem do Sr. Harris, convidando-a para sair, e como Max a desafia, ela acaba aceitando.
E o episódio vale pela interação de todos os personagens na mesma trama, já que Max acaba se arrependendo e vai falar com Matthew, Barb e Richard, todos concordando que ele fez besteira, no final acaba tudo dando certo para o casal e eles se acertam, já que a química entre Christine e Daniel não é mais a mesma. Mas algo ainda me diz que o relacionamento de Max com ela está com os dias contados. Uma pergunta, cadê a “New Christine”?

Enviado em Séries, TV, The New Adventures Of Old Christine | Tagged: review, Séries, The New Adventures Of Old Christine | Deixar um comentário »