São as páginas em março que fecham o verão…

Terceiro mês do ano e a leitura, vai muito bem, obrigado. Esse mês foram quatro livros, e ainda mais uma das Crônicas de Nárnia, a terceira.

O primeiro que terminei foi Comer, Rezar, Amar, Best-seller da Elizabeth Gilbert. O livro começa muito bem, mesmo sendo uma leitura água com açúcar. Porém, quando ele entra em sua segunda parte a narrativa resolver seguir uma linha tênue entre ficção e autoajuda, e isso atrapalhou demais meu ritmo de leitura. Quando chegou na terceira e última parte, eu já não estava tão fã do livro.

Também li Almanaque do Cinema de Érico Borgo, Marcelo Forlani e Marcelo Hessel. Leitura para fãs de cinema bem interessante, mas como o nome diz é um Almanaque, bom usá-lo como guia.

Um dos meus livros favoritos do ano é Depois da Escuridão de Sidney Sheldon e Tilly Bagshawe. Simplesmente incrível. Mesmo perdendo ritmo no final, ele é um excelente thriller, e não tem aquela trama de Quem matou?, é mais uma jornada de uma pessoa injustiçada, em busca da justiça.

Entre as Crônicas de Nárnia, de C.S.Lewis, dessa vez foi O Cavalo e Seu Menino, história bem bonitinha, nos moldes típicos de todo o livro até aqui.

E para finalizar, um livro que já queria ter comprado e livro há muito tempo; A Fantástica Volta Ao Mundo, do Zeca Camargo. Tudo o que foi visto na TV na época, se não me engano foi em 2004. Com bastidores e histórias interessantes sobre os lugares que ele passou.

Carnaval em companhia….dos livros

O ano tem sido bem produtivo, para mim, quando falamos sobre a quantidade de livros lidos. Nesse mês, foram mais três: Quadrinhos no Cinema de Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes, O Diário de John Winchester e A Morte e Vida de Charlie St. Cloud de Ben Sherwood.

Os dois primeiros são escritos para fãs, e Quadrinhos no Cinema, é claramente feito por fãs.

Não é ruim, pelo contrário, se você se interessa pelo assunto e quer saber mais sobre os super-herois que tem chegado às telas de cinema, como Lanterna Verde e Capitão América. Repleto de curiosidades sobre os criadores, o livro é um prato cheio para os fãs.
O Diário de John Winchester é para os fãs de Supernatural. Dito isso, é bem interessante todo o acompanhamento que o livro faz do crescimento dos garotos Winchester, enquanto seu pai parte em busca do que realmente matou sua esposa.

A Morte e Vida de Charlie St.Cloud é um livro interessante, com uma história bonita entre irmãos, e que emociona logo de inicio, ainda mais se você não tem ideia do que está por vir. Só tenho um porém; o desfecho clichê me incomodou bastante, já que teria outro impacto se o final tivesse sido o oposto.

Páginas de Janeiro

O blog anda abandonado, e por isso, nesse ano eu vou começar a fazer alguns levantamentos do que eu vi, ouvi e li no mês anterior. Começando pelo que eu andei lendo.

Sempre fui fã de livros, mas de uns tempos pra cá, tenho mantido uma rotina de sempre estar lendo alguma coisa, e nesse ano, em um mês, terminei um livro e li mais um inteiro, começando outros três.

Quem me conhece sabe que gosto de livros que se tornaram filmes, até porque gosto de perceber quais as principais mudanças no estilo de narrativa, e as adaptações que a história sofreu ao ser transposta para uma diferente mídia.

O primeiro livro, Bilionários por Acaso do Ben Mezrich, que chegou aos cinemas em 2010, com o nome de A Rede Social, é mais conhecido por contar a história do Facebook.


Inicialmente eu tive dificuldade com o livro, pois não conseguia me ambientar naquela trama, mesmo com a descrição detalhada do autor, e isso aconteceu em todas as vezes que eu parei de ler o livro por um tempo e depois retomava a leitura.

O livro é bom, por já ser uma história mais ou menos conhecida pelas pessoas que conhecem e convivem no Facebook, não havia muitas surpresas.

O outro livro que li em janeiro, foi O Diário de Uma Paixão, do Nicholas Sparks. Esse é o terceiro livro que eu leio do autor. Os outros foram Querido John e A Última Música. Fazendo comparações com o filme, tenho que dizer que prefiro a versão cinematográfica. Até porque, a grande surpresa do livro, que no filme é revelada somente no final, e causa um grande impacto, aqui é percebida desde o principio.

E apesar da literatura do Sparks ser muitas vezes clichê e inocente, em alguns momentos, a linguagem utilizada por ele me incomodou um pouco. Apesar de entender que a história se passava em décadas passadas, onde era necessária toda uma sutileza, para falar de algo como traição e sexo.

Ringer – Pilot[01x01]

Terça-feira foi o dia que a eterna Buffy voltou a aparecer nas nossas telinhas. Sarah Michelle Gellar voltou no que todos dizem ser a versão americana da novela mexicana A Usurpadora (eu nunca vi, mas estou seguindo comentários alheios da internet).

Sabe os clichês mais comuns que você já viu? Pode ter certeza que estiveram presentes nesse episódio piloto. É tudo tão surreal, que me deixou com muita vontade de ver mais da série.

Ringer é exagerada. Seu roteiro apresenta várias possibilidades a serem desenvolvidas, e tudo é um pouco corrido (olha eu caindo no clichê de comentar episódios piloto). Gostei de ver Ioan Gruffud na televisão, porém, ainda o acho com mais cara de cinema. Kristoffer Polaha está muito caricato como o amante da protagonista e Nestor Carbonnel sem expressão.

O que dizer de Sarah Michelle Gellar? Ela aparenta estar se divertindo com as nuances na personalidade de Bridget e Siobhan (adoro esse nome), mas o roteiro não ajuda e isso deixa sua interpretação bem canastrona.

Os efeitos da cena da lancha foram tão bizarros, que acho complicado comentar qualquer outra coisa. E a ideia de flashbacks é interessante até o momento que os roteiristas não se atrapalhem com passado, presente e futuro.

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A Festa Começa Hoje! Prontos para a Fall Season?

Hoje é um dia muito feliz para fãs de séries no mundo todo, afinal nossa querida fall season começa e nossos televisores e computadores serão inundados de novos episódios toda semana.

O tempo anda curto, mas tentarei expor minha opinião aqui sobre as novas séries e ainda sobre as minhas queridas que estarão de volta. Agora só aqui entre a gente, eu ando tão atrasado, mas tão atrasado com os episódios, que terminei poucas séries da temporada passada.

No mais, vocês poderão acompanhar comentários meus sobre The Vampire Diaries e Survivor: South Pacific no Blog Na TV e sobre a novata Charlie’s Angels e NCIS no Guia de Seriados.

O que importa é que hoje já teremos novidade com a estreia de Ringer no CW.

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Brothers & Sisters – 5ª temporada

E a história da queria da família Walker chegou ao seu final. Pelo menos, na nossa telinha, mas nas nossas imaginações poderão ser criadas da forma com a qual quisermos.

Até os fãs da série já estavam dando sinal de desgaste e o descontentamento com os rumos nesse quinto ano eram enormes, só dando uma olhada nas redes sociais para se perceber. Eu estava bem atrasado com a série, portanto quando soube do seu cancelamento, eu ainda não tinha ideia do que ia acontecer e talvez por isso tenha acompanhado tudo com mais carinho.

Uma das personagens que mais senti falta foi Nora Walker. Sally Field, infelizmente, passou a temporada apagada tendo um ou outro momento de explosão e emoção, mas nem tudo envolvendo Brody e a paternidade de Sarah serviram para ajudar.

Um dos descontentamentos de alguns fãs e meu também foi justamente a descoberta de que Sarah não era uma Walker, e apesar do final ter sido bonito, com seu casamento com Luc, a forma como se desenvolveu beirou o absurdo e irritou. Ainda bem que os roteiristas consertaram à tempo e não deixaram nenhum tipo de cliffhanger.

Já Kitty teve sua participação reduzida, o que foi uma pena porque seus momentos foram bons, principalmente envolvendo seus relacionamentos amorosos, e a gravidez no fim da série veio a calhar, e aí podemos imaginar o que aconteceria no sexto ano, com toda a dificuldade envolvendo o câncer e a gravidez.

Gostei do desfecho dado para Scotty e Kevin, apesar de achar que o reaparecimento de Michele no fim da temporada soou forçado. Quanto à Dave Annable, seu personagem ficou ainda mais subaproveitado, com raríssimas oportunidades de tramas próprias.

Glee – 2ª temporada

Por estar atrasado demais com as séries e consequentemente com os reviews, resolvi que irei fazer posts como esse assim que terminar as temporadas. Falando sobre minhas impressões sobre o que acabei de ver.

Glee começou desacreditada, recebeu uma segunda chance e arrebentou no segundo ano na audiência. Números bons, e entre o público-alvo melhor ainda, porém o que mais me chamava atenção na série se perdeu porque justamente ela se tornou popular.

Entendo perfeitamente querer fazer referencias ao que está acontecendo e acho isso válido, mas no momento em que você escancara para o seu público que você está correndo atrás é dos lucros e deixa de desenvolver o que foi proposto, isso me irritou e foi exatamente o que a série fez em alguns momentos.

O uso de Friday da Rebecca Black me incomodou demais, independente se a música seja ruim ou não, o que me incomodou foi justamente a popularização que eles buscaram com a série, não só usando essa música, mas parar a história para episódios especiais.

Glee ainda tem espaço comigo, mas espero que não seja uma visão utópica, acreditar que no último ano dos personagens no colégio algum desenvolvimento. São personagens demais, mas uma vez ou outra foram dadas pistas do que se passa com eles. Um dos pontos altos da temporada foi o destaque dado à Naya Rivera. Além de cantar bem, seu falso namoro com Karofsky foi interessante, apesar de nos últimos episódios não ter dado pistas do que iria acontecer com os dois.

Se falarmos em Karofsky temos que falar de Kurt e a primeira parte da temporada foi dele e o bullying que sofria até conhecer Blaine (Darren Criss, outra ótima adição à série).

Foi ótimo ver Gwyneth Paltrow diversas vezes, e sua personagem exala carisma. Jane Lynch infelizmente não teve muito o que fazer com sua Sue, que ficou sem função diversas vezes na série, outra na mesma situação foi Jessalyn Gilsig, mas ela pelo menos parece que saiu do show. A participação de Kristin Chenoweth me incomodou e foi inútil enquanto que a entrada de Chord Overstreet serviu para mostrar que Cory Monteith não precisa ser o único protagonista masculino.

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