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Brothers & Sisters – A Bone To Pick[04x11]

Publicado por thinkculture em 07/01/2010

E não é que a série voltou com um ótimo episódio, após a gente ficar ansioso pelo o que aconteceria com Kitty, mesmo sabendo que não morreria, a série resolveu tudo de uma forma muito rápida, mas se a gente parar pra pensar ainda tem algumas tramas pendentes e que podem render bastante nessa segunda parte da temporada. O único porém nessa história toda, é que o season finale parece que será mesmo o casamento de Justin e Rebecca, o que tira um pouco da graça, mas ainda espero que haja alguma reviravolta pelo meio do caminho.

Nunca achei o Rob Lowe um bom ator, já o conhecia por nome, mas não associava nome à pessoa, e quando ele entrou na série, não acrescentava nada. Mas nessa 4ª temporada, ele tem feito um trabalho no mínimo decente e algumas cenas desse episódio foram marcantes, como a briga com Kevin e a renúncia pelo cargo de governador.

O fato de Kitty ir parar no hospital e todos descobrirem que seu câncer só piora, fez também com que Ryan aparecesse e finalmente tivesse alguma função que não fosse a de “vilão vingativo” contra os Walkers. Foi meio sem sal a descoberta da Holly pela sabotagem que ele cometeu, sem nenhum barraco, nada demais, mas ele acabou servindo, mesmo que seja clichê, para doar a medula para Kitty, no que foi a saída mais rápida para uma possível cura, já que a doença entrou em remissão. Essa atitude dele, agora abre a possibilidade de finalmente seu personagem ser explorado, já que a maioria dos filhos de Nora parece com a vida encaminhada.

Para o restante da temporada, deve ser resolvido o caso da barriga de aluguel de Kevin e Scott, eu realmente quero saber como Nora irá lidar com o golpe que sofreu e ainda, saber porque foi tão importante mostrar que a Kitty teve caso com alguém famoso quando chegou a Washington. Se o casamento entrar em crise novamente, vai fazer com que a série se repita e isso é ruim, muito ruim.

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Desperate Housewives – If…[06x11]

Publicado por thinkculture em 06/01/2010

Grandes acontecimentos, que mudam a vida das pessoas que já estavam pré-determinadas pra seguir em uma direção e tem que tomar outra, costumam vir daquele sentimento de arrependimento pelo que podia ter sido feito no passado e de como será o futuro. E assim foi esse episódio de Desperate Housewives, “If…”, “Se..” (em português), com as protagonistas da série pensando em quais rumos suas vidas teriam tomado ou poderiam tomar após o trágico acidente com o avião, e sem dúvidas foi um dos melhores episódios da temporada fazendo rir nos momentos certos e também emocionando.

Ninguém morreu de imediato, o que causou uma apreensão, já que Karl, Orson e até mesmo Mona chegaram com vida no hospital, mas tiveram que passar por cirurgias. Dos três o único que sobreviveu foi Orson, mas com a possibilidade ter ficado paralítico, o que com certeza deixará Bree com ainda mais problemas, já que terá que ficar com a pessoa com a qual ela não queria ficar e ainda lidar com ele sabendo disso. No futuro de Bree, que acabou não acrescentando nada à trama, vimos que ela casaria com Karl e perceberia de que o que Susan havia lhe falado iria acontecer, e mais, se sentiria com remorso com Orson morrendo sozinho, sem ninguém pra cuidar dele.

Enquanto Bree foi para o futuro, Susan foi para o passado e pensou como teria sido sua vida se não tivesse mandado Karl embora, e o resultado foi mais cômico do que trágico, já que a maquiagem que puseram em Teri Hatcher foi perfeita, e ela gordinha dando em cima de Mike foi hilário.

Com a possibilidade de Mona ter sobrevivido ao acidente, Angie imaginou seu futuro, ao ser presa e julgada pela morte do homem que morreu ao que parece num ato terrorista promovido por ela e mais alguns, sendo um deles um amante dela. Nos deu mais informações sobre o passado dela, como por exemplo, seu sobrenome, DeLuca.

Eva Longoria e Felicity Huffman vêm mostrando serviço há um bom tempo na série, se destacando de suas colegas, a primeira na comédia e a segunda no drama. E as duas voltaram a se unir, após Lynette ter salvado Celia no acidente e com isso ter perdido um dos bebês, mas sobre o futuro das duas, o de Gabrielle inicialmente era cômico, mas se tornou melancólico, já que ela decidiu que por ter sido salva isso só poderia ter acontecido por causa de um dom que ela supostamente teria, mas tudo vai embora com o passar dos anos, e a gente vê uma Gaby totalmente acabada, sem mais aquele luxo, tentando ainda fazer com que a filha seguisse a carreira de atriz.

Lynette, sem dúvidas, teve o futuro mais emocionante, já que com a possibilidade de ter um filho deficiente veio à sua mente todas as dificuldades que ela poderia enfrentar, mas também o orgulho em vê-lo se realizando na vida. A cena em que ela obriga o filho a fazer o próprio sanduíche foi ótima, com a Felicity dando show, assim como a da formatura do filho. Mas no final das contas, apenas um dos bebês sobreviveu.

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2009 em Série

Publicado por thinkculture em 05/01/2010

Eu adoro televisão e seriados, sim, quem me conhece já sabe, só que eu resolvi escrever o que mais me marcou, de uma forma geral.

Maysa – Quando Fala O Coração – Todo ano a Globo lança alguma minissérie em janeiro, e em 2009 foi a vez da cantora Maysa ter sua vida retratada na telinha, talvez por terem sido poucos episódios é que eu tenha gostado tanto, com uma trama onde não se podia perder um capítulo, sem dúvida foi uma das coisas que mais me marcaram.

Friday Night Lights – Confesso que foi uma série difícil de gostar inicialmente, já que como a maioria dos brasileiros não sou familiarizado com o futebol americano, mas a série em sua terceira temporada atingiu seu auge, e o episódio em que Tyra (Adrianne Palicki) lê sua redação, foi emocionante, mas o melhor mesmo foi saber que a série havia se garantido para mais duas temporadas, e a recém estreada quarta temporada, também anda muito bem, mesmo com o medo que eu tinha pela renovação dos personagens. Uma pena mesmo é ser constatado que ela não tem o reconhecimento que merece.

Grey’s Anatomy – Muito difícil julgar ainda a sexta temporada da série, que está em andamento, apesar de estar boa, mas foi imbatível a reta final da quinta temporada, desde o episódio “What A Difference A Day Makes”[05x22], onde ocorreu o casamento de Izzie (Katherine Heigl) e Alex (Justin Chambers) e foi também um dos episódios mais emocionantes que eu já vi, causando um maior impacto em mim do que o final da temporada e a famosa cena do elevador, que também foi emocionante, só pela recuperação da série a partir da segunda metade, Grey’s merece seu lugar aqui.

True Blood – Essa série não iria ver, até que meu pai, que gosta de vampiros, baixou. Como estava ali no computador, a temporada da série já havia terminado e muitos elogios apareciam, resolvi conferir em ritmo de maratona e simplesmente adorei a série, que apesar de ser sobre vampiros, toca em outros temas muito polêmicos e em junho chegou a segunda temporada, sendo ainda melhor que a anterior e se provando como uma das melhores coisas da TV.

Chuck – Sem dúvida essa seria a série que eu sentiria mais falta se tivesse sido cancelada, e como torci para que isso não acontecesse. Se a primeira temporada eu já havia curtido, esse segundo ano foi ainda melhor, com uma qualidade impressionante, culminando nos episódios finais e um ótimo cliffhanger para a terceira temporada, que já está chegando.

Glee – Podem falar mal a vontade, adoram compará-la com High School Musical em tom de depreciação, mas o fato é que Glee é sucesso, suas versões das músicas na maioria das vezes ficam ótimas, seu elenco é excelente, recheado de nomes desconhecidos e alguns que só víamos como coadjuvantes. E parece que a crítica abraçou a série já que ao que tudo indica ela deve dominar as premiações na parte de comédia.

Modern Family – A surpresa da temporada tem um nome e é Modern Family, em seus dez episódios apresentados até agora, não tem como fazer grandes críticas a ela, já que pegou um tema batido, família, e apesar de mostrar situações que estamos já cansados de ver, ainda consegue arrancar boas gargalhadas. Sofia Vergara como a colombiana Gloria e Ty Burrell como Phil, me fazem rir somente ao abrir a boca pra falar algo, sensacional.

The Office – Se entre os dramas, FNL demorou pra me conquistar, entre as comédias esse posto é de The Office, eu simplesmente não conseguia aturar o personagem do Steve Carell na primeira temporada, ainda bem que eram apenas seis episódios ou eu não teria continuado com a série, fato é que agora é uma das minhas comédias preferidas e nessa temporada, a sexta, teve um dos episódios mais belos e com uma das cenas mais engraçadas, com o casamento de Jim e Pam nas Cataratas do Niágara e depois eles entrando no casamento ao som de “Forever” do Chris Brown, igual a um vídeo que fez sucesso no Youtube.

The Good Wife – Essa era outra série que não iria ver, nessa temporada, mas depois do primeiro episódio simplesmente fui conquistado pelo talento da Julianna Margulies. Não conhecia seu trabalho muito bem, afinal quando comecei a ver séries, ela já tinha saído de ER, e eu ainda não me dei ao trabalho de começar a ver as primeiras temporadas. A série balanceia bem o lado familiar com o profissional da protagonista, trazendo toda semana sempre casos interessantes para a personagem.

The Vampire Diaries – Com cara de sucesso, ao pegar carona com a febre Crepúsculo, a série deixou muita gente em dúvida, principalmente os contra-Crepúsculo sobre sua qualidade, mas encontrou seu lugar e mostrou um episódio mais intrigante do que o outro deixando as comparações de lado, e pelo menos pra mim, ganhando com isso.

The X-Factor  e So You Think You Can Dance – O primeiro reality, eu já comentei no mega review que fiz sobre a final do quanto eu gostei do programa logo de cara, já o segundo reality eu fui conferir após ver muitos comentários em blogs e também no twitter sobre a quinta temporada, então como iria estreiar no fall season fui conferir, e também não me arrependi, apesar de muitos terem dito que não foi a melhor temporada, como eu não tinha com o quê comparar, adorei o show.

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2009 Em Livros

Publicado por thinkculture em 03/01/2010

Resolvi fazer esse post pra compartilhar a ideia que tive sobre os livros que li no ano que passou. Já é o segundo ano seguido que eu ganho algum tipo de guia, no ano anterior eu havia ganho o livro “1000 lugares para se conhecer antes de morrer” e dessa vez ganhei “1001 filmes para ver antes de morrer” da Editora Sextante. Costumo sempre estar lendo dois livros, e como um deles é uma espécie de guia, que por sinal ainda não terminei, li somente três livros nesse ano de 2009, comecei o quarto, mas ainda não o terminei.

Anjos e Demônios de Dan Brown – Já li todos os livros do Dan Brown de que tenho conhecimento, claro menos o recém-lançado “O Símbolo Perdido”, e sempre gostei de seu estilo narrativo, curiosamente o primeiro que li foi o “Código DaVinci”, claro que na cola do filme, depois li seus outros dois títulos “Fortaleza Digital” e “Ponto de Impacto”, sobrando esse que na verdade vinha antes do “Código”, e era a primeira aventura de Richard Langdon. Confesso que os dois livros dele que já foram adaptados ao cinema, são os que eu menos gosto, mas “Anjos e Demônios” é superior ao “Código DaVinci”, que na minha opinião obteve um maior sucesso devido às polêmicas contidas na trama. Com uma trama mais agitada, a primeira aventura de Richard Langdon me conquistou desde o inicio, e o filme também foi bem adaptado para as telas.

Por que não Pediram A Evans? De Agatha Christie – Sempre tive curiosidade para ler alguma obra da Agatha Christie, mas nunca havia tido a oportunidade, até que encontrei na livraria a versão pocket desse livro, que por sinal, eu nunca havia ouvido falar sobre. Também na época em que eu estava lendo descobri que havia uma adaptação, mas para a TV, que eu cheguei a conferir apenas uns trechos. Como toda obra de suspense tudo é construído aos poucos e as pistas nos são dadas de modo que no final fechemos a trama inteira. Um suspense de época, mas que pode ser adaptado para os dias atuais, um ótimo livro, e claro, quero ler outras obras da autora.

Lua Nova de Stephenie Meyer – Eu não sou fã de Crepúsculo, acho a história apenas mediana, e quando começo alguma coisa que vá levar episódios, ou vários livros, geralmente não costumo parar no meio, confesso que em muitos momentos havia desistido de ler o livro, já que fica num marasmo total durante algumas páginas, o que no filme foi facilmente cortado com a passagem de tempo. O livro é eficiente ao atingir seu público-alvo, e quem está fora dele, dificilmente consegue ler até o final, pelo menos é o que eu penso. Agora se eu lerei o próximo, Eclipse? Sim, já comprei e está na fila, mas deve demorar já que tem outros antes.

Como puderam perceber na maioria das vezes eu leio alguma obra que foi adaptada para a televisão ou cinema.

O que 2010 me reserva na leitura: Bom como falei lá no inicio já estou lendo um livro, que é Anotações Sobre Um Escândalo de Zoe Heller, da Editora Record, e tenho ainda na fila os livros, A Cabana, A Cidade do Sol, Diários do Vampiro: O Despertar e Eclipse.

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So You Think You Can Dance – Final

Publicado por thinkculture em 29/12/2009

Com seis participantes chegamos à grande final, e apesar de não ter gostado muito do resultado final, os dois dias de programa foram muito bons de se assistir.

Colocarei as três melhores danças, e as três piores, na ordem de apresentação.

As melhores:

Ellenore & Jakob – Broadway

Kathryn & Jakob – Contemporâneo

Kathryn & Russell – Hip-Hop

Os piores:

Ryan & Kathryn – Samba

Ashleigh & Russell – Contemporâneo

Ellenore & Ryan – Jazz

Foi dificil escolher, já que a maioria das apresentações foram ótimas, no dia da grande final, tivemos o seguinte resultado: 6º lugar – Ryan, 5º – Ashleigh, 4º Ellenore, 3º Kathryn, 2º Jakob, e o grande vencedor foi Russell.

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The New Adventures Of Old Christine – It’s Beginning To Stink A Lot Like Christmas[05x11]

Publicado por thinkculture em 29/12/2009

Até que a série encerrou essa primeira parte da temporada de uma maneira satisfatória, eu estava pensando e realmente apesar das piadas já terem cansado um pouco, nessa temporada temos visto mais do que nunca todo o problema de Christine em querer ser o centro das atenções.

Aqui ela dá um tempo para poder conhecer seus vizinhos, uma delas interpretada por Megan Mulally (Will & Grace), mas percebe que é tudo muito feito na hipocrisia, como ela percebeu na cena final, mas antes disso tivemos diversas cenas divertidas e que valeram o episódio, enquanto isso, Matt percebia o porquê havia terminado com Lucy anteriormente e acaba o fazendo de novo. Aliás, a cena de Lucy toda encasacada na Los Angeles com 30º C, foi hilário.

Já a Nova Christine quis apresentar a Ritchie suas tradições, como o Kinderclausen, o que acabou não dando muito certo, ainda mais quando ela quis fazê-lo se sentir especial, pedindo pra colocar o nome no bebê, como é óbvio ele escolhe nomes ridículos, como XBOX ou Arma de Paintball.

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Friday Night Lights – In The Bag[04x07]

Publicado por thinkculture em 29/12/2009

A cada episódio da série, me impressiono com a capacidade dos roteiristas em retratar de uma maneira que pareça tão convincente a realidade vivida pelos moradores de Dillon. E nessa temporada isso ficou mais forte com o enfoque dado ao lado mais pobre da cidade.

Vince Howard está se tornando o personagem com a história de redenção da vez, se vimos aos poucos nas temporadas anteriores o crescimento de Matt Saracen, agora é a vez de Vince, que com a ajuda do Coach Taylor está se tornando uma pessoa totalmente diferente, mesmo com uma realidade tão dura. Fato comprovado quando ele entrega a arma que possuía ao técnico.

Quem está sofrendo, e muito, é Julie, que passou de garota mimada à sofredora. Desde a ida de Matt, que pegou todos de surpresa, eu sabia que ele sairia da série, mas não esperava que fosse de maneira tão abrupta, Julie tem sofrido muito, e foi tocante a cena dela tentando conter o choro na competição ao responder uma das perguntas.

A trama de Becky e Tim, que eu pensava fosse ser amorosa, está mudando totalmente já que a maneira como ele a “protegeu” do pai, que tinha uma outra família mas não falou pra filha, foi bem interessante de se ver. Só achei meio estranho ele olhar para aquele terreno no final, já que ele está sem dinheiro.

Só fiquei com um pouco de medo após esse episódio, por causa do professor que beijou a Tami. Realmente espero que não cometam a besteira de colocar uma traição entre o casal Taylor, mas se os roteiristas optarem por fazer isso, que seja de uma maneira coerente.

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The Good Wife – Lifeguard[01x10]

Publicado por thinkculture em 22/12/2009

Achei esse episódio bem interessante, já que justo na semana em que a série foi indicada a melhor Elenco Dramático no SAG, nos é mostrado um episódio onde todos os atores tiveram seus momentos, num episódio em que Alicia foi o centro obviamente, mas os demais personagens conseguiram se destacar em um maior tempo de tela.

Partimos com duas tramas, que no meio do episódio se cruzaram, uma delas era a possível candidatura de Diane para o cargo de juíza e a outra, era o caso de Alicia, onde mesmo após um acordo com o promotor, o juiz deu uma pena severa demais.

A partir daí entram Kalinda e Cary, que passam a investigar e montar estatísticas sobre as últimas condenações do juiz e ao que pode ser um caso de racismo, e como o juiz Baxter é um velho amigo de Will, Alicia é aconselhada a levar o caso até Diane, que a ajuda, mas com isso tem sua candidatura praticamente suspensa. Não foi explicito, mas eu acredito que a chefe de justiça tenha desistido justamente por ela ter se metido no caso.

Will acabou se metendo e ajudou Alicia no que era um caso de propina, já que o juiz recebia dinheiro para mandar as crianças para um determinado centro de recuperação. Essa trama não me é estranha, acredito que a série já tenha usado esse artifício, o que pode ser até certo ponto um pouco preocupante.

Ainda tivemos Grace ficando amiga de uma menina, que também tem o pai presidiário, só o que diferencial é que foi Peter quem condenou o pai da garota, o que pode trazer uma série de questões, mas que inicialmente mostrou o quanto Jackie é inocente quanto ao filho.

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How I Met Your Mother – Last Cigarette Ever[05x11]

Publicado por thinkculture em 22/12/2009

Até que foi um episódio divertido, mas a sensação de que já tinha visto essa sucessão de fatos foi maior do que nunca após esses 20 minutos. A série tem muitas semelhanças com Friends, mas sinceramente foi péssimo pra ela querer imitar com toda a história do cigarro.

Alguns momentos, como Ted do futuro revelando pros filhos que todos fumavam, e a voz rouca de Lily, foram bem divertidos. Mas o motivo de Marshall fumar, ser pra se aproximar do chefe, foi idêntico a Rachel em uma das temporadas de Friends, e entre as duas tramas, eu fico com a de Friends. Era tão previsível, que eu consegui imaginar algumas piadas que estavam pra acontecer, o que nunca é bom.

A trama da Robin e o novo apresentador também não rendeu o que poderia, mas já deram a pista de que eles irão se envolver no futuro, é só ver como isso irá acontecer já que ela não suporta o cara.

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Dexter – The Getaway[04x12-Season Finale]

Publicado por thinkculture em 22/12/2009

Chegamos a mais um final de temporada de Dexter e sem dúvidas o mais surpreendente até agora, afinal matarem um dos personagens principais da série foi muita ousadia. No balanço geral, essa temporada não me agradou, ainda continuo com a segunda como minha preferida.

O episódio começa de onde anterior havia parado e durante todo o episódio foi tudo muito tenso, onde em vários momentos se imaginava que o segredo de Dexter pudesse estar em perigo, ainda mais com a Debra finalmente descobrindo tudo sobre Dexter ser irmão do Ice Truck Killer.

Todo o momento também é feito um paralelo entre as semelhanças entre a vida de Dexter e a vida de Arthur Mitchell, e a morte do Trinity só acontece mesmo depois dos 40 minutos, mas a última cartada dele já havia sido feita, com a morte de Rita. Já que ele havia começado um novo ciclo, com o seqüestro e quase morte do menino, a próxima vítima seria a mulher na banheira.

A morte da Rita não nos foi mostrada, mas a cena final foi bem forte, com Dexter encontrando o filho em meio ao sangue e a mulher na banheira.

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The Office – Secret Santa[06x12]

Publicado por thinkculture em 21/12/2009

Episódios de Natal da série sempre são divertidos, apesar de que eu achei esse um pouco abaixo da média, talvez por Michael estar mais irritante do que nunca.

Uma das coisas que me fez não gostar da série em um primeiro momento, era o personagem de Michael Scott, demorou até eu simpatizar com ele, simplesmente porque o achava um chato. Nesse episódio ele passou os limites da chatice ao não concordar com Phyllis sendo o Papai Noel da empresa, e irritando a todos e depois tentando encontrar uma saída se fantasiando de Jesus Cristo.

O que acabou abalando a todos foi a possível demissão de todos da filial, já que a Dunder Mifflin foi comprada e os executivos foram todos demitidos, inclusive David Wallace, mas como a única coisa que funcionava na empresa, era a filial de Scranton eles conseguiram manter o emprego.

Parece também que entrou um personagem novo, só não sei se regular ou participações, o cara do depósito, Matt que Pam quer juntar com Oscar, já que são os dois únicos gays que ela conhece.

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Modern Family – Undeck The Halls[01x10]

Publicado por thinkculture em 21/12/2009

Último episódio do ano da série e também natalino, não foi um episódio brilhante, mas foi bom e como o nome da série propõe, mostrou os mais importantes valores familiares nessa época do ano.

Achei interessante discutirem na família do patriarca, sobre as tradições serem diferentes entre Colômbia e Estados Unidos, e o modo como isso afetava Manny. Mas é claro que como era um episódio natalino, uma mescla das mais importantes tradições foi a saída.

Cameron e Mitchell, ao levarem Lily pra tirar foto com Papai Noel ocasionam a demissão dele, por não ser gordo, o que acaba lhes deixando com culpa e levando o cara pra passar o dia na casa deles, o medo deles de contar que foram os responsáveis foi engraçado, mas o cara já sabia de tudo.

Por fim, a melhor trama, sem dúvida a dos Dunphys, Ty Burrell e Julie Bowen estiveram perfeitos no episódio inteiro, após a suspeita de um dos filhos ter fumado um cigarro, Phil decide cancelar o Natal, o que deixa Claire apreensiva já que ele nunca cumpre o que diz até o fim, mas parecia decidido justo agora. O mais engraçado foi que após descobrir que foi culpa de um dos enfeites da árvore, pra compensar o erro, ele diz que vai levar a família toda pra Itália.

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The New Adventures Of Old Christine – Old Christine Meets Young Frankenstein[05x10]

Publicado por thinkculture em 21/12/2009

A série já não é mais a mesma há um bom tempo, e isso eu já até escrevi em alguns posts anteriores, mas esse episódio até que me fez rir, principalmente por causa da atriz convidada, Amy Sedaris.

É descoberto que na escola de Ritchie, um aluno do sétimo ano está arrumando confusão com os outros, e a primeira ideia que veio na cabeça de Christine é a de que o filho estava sendo a vítima, quando na verdade ele era o causador de tudo. O que a levou a relembrar seus tempos de colégio quando fez o mesmo.

E pra dar exemplo ao filho, ela procura a menina com quem implicava, Frances Stein, que ganhou o apelido de Frankenstein. A mulher apesar de ter ficado rica é totalmente pirada, o que rendeu boas cenas, como quando Barb foi visitá-la tentando ajudar Christine, ou quando ela foi encontrar com Christine na academia.

A trama de Matt reencontrando Lucy pelo Facebook, e depois a impedindo de ir se casar, achei meio inapropriada para esse episódio em si.

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Friday Night Lights – Stay[04x06]

Publicado por thinkculture em 21/12/2009

Após o episódio passado, onde vimos começar uma espécie de despedida para Zach Gilford e seu Matt Saracen, nesse episódio tivemos uma maior certeza de que em breve ele estará indo embora de Dillon e também da série.

Quem havia voltado já no episódio passado aparecendo rapidamente, mas aqui já tendo uma participação maior, foi Minka Kelly, que eu realmente não entendi o que sua aparição irá mudar na trama, talvez serviu apenas para afastar por um momento Tim e Becky, foi revê-la, mas como só foi nesse episódio, achei sem sentido.

Estou pra ver uma mãe mais real do mundo da televisão do que Tami Taylor, interpretada pela ótima Connie Britton. Todo o modo como ela agiu ao saber que a filha havia fugido para Austin pra ir num festival de música com Matt, foi ótimo, mas ainda a discussão que isso acabou levantando entre o casal, já que Julie somente fez isso por se sentir culpada por Matt ter ficado, o que provavelmente irá provocar sua saída da cidade.

Também interessante perceber o crescimento dos Lions, não só como jogadores, mas também a amizade entre Luke e Vince, que ficou clara quando o insuportável J.D. apareceu para provocá-los novamente.

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Glee – Sectionals[01x13]

Publicado por thinkculture em 21/12/2009

Após eu ter falado no último review que a série tinha perdido um pouco do encanto inicial, confesso que fui obrigado a rever meus pensamentos após esse episódio, que simplesmente foi sensacional e me deixou com mais vontade para que abril chegue logo, aliás enorme hiato em que puseram a série, mas acredito que isso tenha feito para que os números musicais sejam preparados de forma satisfatória.

Foi um episódio recheado de música e com muitos acontecimentos fechando tudo o que havia começado na temporada e se preparando para um novo ciclo, agora para as regionais, já que o New Directions venceram as seletivas, mesmo com Sue roubando a lista de músicas e entregando pros concorrentes. Aliás, Sue sendo eliminada e banida do cargo de treinadora das Cheerios foi ótimo.

Outra trama encerrada é sobre a paternidade do filho de Quinn, e quem brilhou foi Lea Michele, em todo o episódio claro, mas nessa trama ela se destacou, já que logo desconfiou que Puck era o verdadeiro pai e correu atrás pra descobrir a verdade. Sobre essa trama, eu adorei o inicio com a teleconferência entre os demais membros do Glee, pra tentarem esconder tudo da Rachel.

Emma e Ken terminaram de vez, já que ela decidiu atrasar o casamento em alguns minutos para assim ir com os garotos do Glee para as seletivas, e a cena final onde Will corre atrás dela, após ela se demitir e lhe dá um beijo, tudo isso ao som de My Life Would Suck Without You, foi excelente, ou seja, Glee encerrou sua primeira parte de maneira perfeita.

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