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Archive for março \26\UTC 2011

Grey’s Anatomy – That’s Me Trying/Something’s Gotta Give[07×07 & 07×08]

Dois episódios de Grey’s onde a qualidade da temporada é mantida, encerrando uma das tramas principais até então, e já partindo para novas possibilidades, além de intensificar a trama de Cristina, com o sério risco de saturá-la.

Já disse, mas torno a dizer, Sandra Oh dá show e nesses dois episódios não foi diferente, ainda mais com o pedido de demissão da personagem. Além disso, tivemos cenas fortes e emblemáticas como a discussão com Meredith e Cristina despejando toda a culpa de como está se sentindo na amiga. Cenas memoráveis, como o suspiro ao fim do primeiro episódio, logo após pedir demissão, e a conversa com Callie no shopping, sobre o que as mulheres normais costumam fazer.

Falando em Callie, em That’s Me Trying tivemos finalmente a conclusão da trama e também do romance entre a médica e Arizona, que acabou indo sozinha para a África. Quanto a isso, a única coisa que me incomodou foi a necessidade do roteiro em explicar com todas as palavras que o caso da semana, coordenado por Sloan tinha a ver com o romance das moças. No episódio seguinte, vimos Callie brilhando com sua mudança de visual e tentativa de seguir em frente.

Derek teve papel importante na decisão de Cristina em continuar fora do hospital, e a conversa dos dois no terraço foi boa de se assistir. No inicio não entendi toda a revolta dele com Teddy, mas com o decorrer do episódio, tudo foi se explicando. Agora, que caso tenso, envolvendo um político árabe que eles se envolveram, né? Derek também continua sua angustiante busca por uma cura para o Alzheimer e meu medo de que Meredith caia doente só aumente.

Karev também teve um papel importante, apesar que essa história de bad boy com coração irrita algumas vezes. O cara salvou a garotinha e depois maltratou April, que por sinal, está cada vez gostando mais dele. E será que o irmão, esquizofrênico, voltará? Certeza de problemas. Quem me irritou foi o personagem de Peter MacNicol que chegou para substituir Arizona e me fez querer que a loira volte o mais rápido possível.

Além disso, pudemos observar uma Bailey tentando entender e superar a morte da paciente e também Avery e seu velho complexo de inferioridade, que se tornou um pouco repetitivo.

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American Idol – Top 13 & Results

Muito atrasado, visto que nos Estados Unidos tivemos o Top 11, mas ainda se faz válidas as minhas impressões sobre os candidatos. Esse ano vou fazer igual fiz com The X-Factor, postando os três melhores e os três piores, com minha opinião sobre suas apresentações.

Essa temporada será muito complicada já dá pra prever apenas com um show exibido. Complicada, porque será difícil dar adeus a tantos talentos, e uma noite ruim pode te eliminar, e apesar de ter ido razoavelmente bem numa noite não muito inspirada, Ashthon Jones já vinha com a dificuldade de ter entrado como wildcard, significando que não tinha sido bem votada na fase anterior. Até entendo os jurados não usarem o poder de salvar alguém agora, mas com isso, todas as canções de diva serão ouvidas somente na voz de Jacob.

Top 3

Pia Toscano – All By Myself (Céline Dion)

Incrível. Emocionante. Segunda semana com uma música batida em realities, e mais uma vez ela acertou, simplesmente ótimo.

Jacob Lusk – I Believe I Can Fly (R. Kelly)

Pegou uma música que poderia tornar a apresentação brega e mostrou porque é uma das melhores vozes da competição. Ótima apresentação.

Casey Abrams – With A Little Help From My Friend (Joe Cocker)

Incendiou o publico. Escolha de música ótima, mesclando bem seu lado soft com seu lado rock e blues. Continua surpreendendo.

Bottom 3

 Stefano Langone – Lately (Stevie Wonder)

Gosto da forma como ele canta, mas me incomodou demais em alguns momentos a apresentação do rapaz, enquanto que em outros parecia outra pessoa.

Karen Rodriguez – I Could Fall In Love (Selena)

Adoro essa real latinidade que a Karen traz para o programa. Concordo com a Jennifer que ela estava um pouco desconfortável no palco.

Naima Adedapo – Umbrella (Rihanna)

Nunca imaginaria essa música pra ela, mas depois do estranhamento inicial eu até gostei, com todas as mudanças que ela fez. Se destacou por ter sido a única a arriscar.

The Good Wife – Bad Girls/On Tap[02×07 & 02×08]

Foi um bom episódio, mas para alguém como eu que já estava há muito tempo sem ver algo da série, queria algo mais bombástico. A participação da Miranda Cosgrove até me animou, simpatizo com a atriz, mas no final das contas pareceu que ela estava desconfortável em seu personagem.

De qualquer forma, a trama foi válida. A cantora teen que alcança a maioridade e começa a ser alvo de escândalos, já se tornou rotina, e isso foi retratado e mostrado também como exerce algum tipo de fascínio nos fãs, que aqui foi Grace, filha de Alice, responsável por esse papel.

Não gostei da reviravolta final, com a culpa ser da irmã, mas de um modo geral não chegou a comprometer o episódio.

A briga entre Peter e Wendy esquenta cada vez mais, conforme avança a busca por apoio. Novamente o Pastor Isaiah e sua igreja foram o foco e ao que parece a guerra foi declarada, já que o próprio foi retirado do cargo pelo pai e os demais manda-chuvas que não gostaram da opção do Pastor em apoiar Peter.

Teve briga também no escritório de Alicia, onde os ânimos ficaram exaltados entre Bond e Lee. Diane e Will, cada um de um lado na briga terão que saber contornar os problemas.

On Tap

Se em alguns episódios, as tramas centrais da série são deixadas de lado para um caso da semana mais impactante, nesse On Tap, tivemos o desenvolvimento de tantas tramas e personagens, que corria-se o risco de nos deixar perdidos.

O caso da semana, envolvendo Matthew Wade serviu pra ligar todos os acontecimentos numa verdadeira rede de conspirações. Acusado de terrorismo, descobrimos na verdade que ele recebeu dinheiro do chefão do tráfico, mas essa trama acabou servindo como pano de fundo para várias bombas que estão prestes a explodir.

O fato de Alicia ter sido designada a ouvir as fitas serviu para descobrirmos uma série de coisas. Eli está sendo grampeado, e por conta disso, descobrimos que ele tem filho, elogia Alicia e outras tantas coisas. Isso serviu também para dar uma mudada na dinâmica entre os dois.

Através das fitas, Alicia subentendeu o que Will quis dizer na segunda mensagem citada numa conversa com Wade. E foi broxante ver Alicia pronta pra ouvir e vir a mensagem do 2518. Aliás, Julianna Margulies deu show na cena, com sua personagem ficando sem ar ao descobrir a verdade. O final, com ela indo indagar Will também me deixou frustrado, com a aparição de Tammy pra atrapalhar o casal.

Cary apareceu pra alertar Kalinda sobre o verdadeiro cárater de Blake, que a incriminou no caso do médico que foi espancado. Só quero ver como irá se desenvolver essa guerra entre os dois.

Agora deu pra entender o motivo de uma participação de David Lee no episódio passado. Diane e ele irão sair do escritório, e isso irá trazer mais problemas para a firma e ainda, para Alicia, que mais uma vez ficará no meio de uma guerra.

Glee – The Sue Sylvester Bowl/Silly Love Songs[02×11 & 02×12]

Para um episódio pós-Super Bowl, badaladíssimo e ainda voltando do hiato, Glee decepcionou, e bastante.

Ou será que estou me cansando de Glee? Será? Só sei que a única coisa realmente divertida foi a garotas entrarem para o time de futebol e se jogarem no chão.

A frase da Brittany com referência à One Tree Hill – uma das minhas séries favoritas -, foi boa, porém como eu já tinha lido milhões de pessoas falando sobre, acabou com a surpresa.

Sue Sylvester e o tédio divertiram até um certo ponto, porque depois tudo se tornou muito exagerado. Apesar de eu ter achado a ideia do canhão divertida. Porém, agora ela virá mais furiosa do que nunca contra o Glee Club, já que levaram suas estrelas e seu dinheiro.

A rivalidade entre o time de futebol e o Glee Club se intensificou e exigiu uma interferência dos professores. A ideia de juntá-los até que rendeu bem, principalmente por conta de Dave Karofsky que, em conflito só piorou a situação de todos.

Outra rivalidade latente e que deve explodir já no próximo episódio é entre Finn e Sam, ainda mais agora que Quinn resolveu beijar o ex.

Quanto a Kurt, ele mal apareceu, mas o número de Bills, Bills, Bills foi ótimo.

Silly Love Songs

Após o episódio de Super Bowl, que francamente, eu não gostei, tivemos esse para ilustrar o Dia dos Namorados dos norte-americanos. Portanto, hormônios em ebulição pois todo mundo está querendo se apaixonar.

Não foi um episódio ruim, mas após uma primeira temporada onde todo mundo ficou com todo mundo, as traições que ocorrem a essa altura já não são tão impactantes como costumavam ser.

Quinn traindo novamente, nada de novo. Esse súbito interesse por Finn novamente é estranho, mas os dois até que formam um casal legal, apesar de eu ter achado tudo uma bobeira. A traição de Quinn serviu pra gente ver o quanto Santana pode ser bitch. Afinal, não é qualquer que pega mononucleose de propósito só pra expor um casal. Ainda sobre esse assunto, foi divertido ver Finn todo se achando por ter ganho o campeonato.

Para Santana resta a possibilidade de um romance com Sam.

Gostei bastante da interação entre Kurt, Mercedes e Rachel, os três no quarto chegando à conclusão de que seus ídolos se tornaram famosos solteiros, foi divertido e trouxe um momento de cumplicidade entre os três.

Se falarmos em Kurt temos que falar de Blaine. E a situação ridícula que ele passou, ao fazer uma nada singela serenata no meio da loja onde o cara que ele está afim trabalha. Precisa dizer o que aconteceu? Não né? Já que ele acabou passando a data sozinho.

Quem se destacou foi Lauren Zizes, que baixou a bola de Puck e com isso fez o cara gamar nela. Por mais clichê que a situação dos dois seja, foi divertido como se desenrolou.

Os números musicais ficaram devendo um pouquinho, mas eu gostei bastante de Firework.

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The Cape – Pilot[01×01-Series Premiere]

“A grande bomba da temporada”, comentários desse tipo foram os que eu li no twitter e em alguns blogs que davam e ainda dão a série como cancelada. The Cape não é uma série boa, mas também existe coisa bem pior no ar.

Posso até me cansar da série e seus clichês até o terceiro episódio, vai saber, mas por enquanto vou assistindo e curtindo todos os elementos da série sobre o super-herói.

Alguns problemas que a série enfrenta é o enredo, que na emissora de Heroes, acabam sendo feita comparações, o que nunca é bom. E toda a questão envolvendo o circo, que foi tema da série dos heróis em sua última temporada.

O elenco não ajuda, por mais que se esforce David Lyons não tem talento e carisma para o posto de protagonista, e eu já não ia muito com a sua cara desde ER. Summer Glau, só dá as caras no episódio depois dos 30 minutos, o que pode ter sido tarde demais.

Então porque irei continuar assistindo a série? Não sei. Acho que estão faltando séries totalmente descompromissadas e ainda, eu preciso falar mal de alguma coisa. Até tenho esperanças que a série melhore (sonho meu!), mas não ajuda ter James Frain com seu milésimo vilão da carreira.

Gostei do uniforme e dos truques aprendidos pelo Capa, mas o que me chamou mais atenção no episódio foram os efeitos sonoros, ótimos.

Um ponto que me incomodou bastante foi a subdivisão do episódio em minicapítulos. Deixou tudo irritante.

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