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Archive for abril \29\UTC 2011

Grey’s Anatomy – Slow Night, So Long & Adrift And A Peace[07×09 & 07×10]

Grey’s em dose dupla. Nos dois episódios que fecharam o ano de 2010, tivemos várias propostas diferentes. Se em um a gente teve a “novidade” de ver os mais velhos bêbados, no segundo vimos novos arcos começando a se desenvolver enquanto que outros se fecharam.

Acho que já disse isso. Shonda Rhimes tem que ter muito cuidado com o que vai fazer com a personagem de Sandra Oh. Servir bebidas e pescar são atividades que divertem ver Cristina, mas estar perdida no mundo pode cansar após algum tempo. E espero que a caída de ficha ao segurar o peixe, tenha servido para a personagem finalmente voltar para o hospital.

Daniel Sunjata e Scott Foley começaram suas participações prometendo agitar o hospital e as médicas. O primeiro é um enfermeiro que começa a dar em cima de Bailey, o que foi divertido. Enquanto que Foley é o protagonista da batida história de homem que está pra morrer e casa com uma médica, dessa vez Teddy. Apesar de ter gostado da Kim Raver finalmente ter uma trama só sua relevante, a questão de ser uma história batida pode incomodar.

Callie ainda ama Arizona, que voltou, mas fez sexo com Sloan. Que por sua vez ama Lexie, e essa flerta com Avery. Bom, se não bastasse toda essa confusão, aposto que Arizona irá bater no Sloan.

Meredith se destacou nos dois episódios. Junto com Karev à frente da pediatria e contra Stark, o que eu adorei, e confrontando Hunt a respeito de Cristina, o que rendeu bons momentos para a Ellen Pompeo.

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Glee – Comeback & Blame It On The Alcohol[02×13 & 02×14]

Dois episódios que se não foram os melhores da série, pelo menos serviram pra me deixar feliz, dar uns sorrisos e cantar algumas músicas.

Em Comeback, a trama central foi a volta de Sue. Uma Sue com depressão e que com a ajuda de Will vai assistir aos ensaios do New Directions.

Foi divertido ver Sue tentando destruir o Glee por dentro, ao criar um duelo de divas entre Mercedes e Rachel, mas que no fim das contas deu errado. Serviu apenas para um ótimo número das duas garotas.

Aliás, a participação de Sue no clube serviu para que ela arranjasse o mesmo cargo de Will no clube rival, o que deverá trazer bons momentos nos próximos episódios.

O episódio foi de Sam, sem dúvida. Disposto a reconquistar Quinn, ele decide se tornar mais rock’n roll, ao cantar Justin Bieber. Hilário. Os musicais até que foram bacanas, mas divertido foi ver também ver os outros rapazes aderindo ao estilo de cabelo do Bieber.

Também há de se destacar Lauren e seu ótimo número, além da trama de Rachel e suas músicas originais, que deverá ser desenvolvida.

Já em Blame It On The Alcohol, foi a vez do álcool ser desenvolvido. Após Figgins passar por diversos problemas.

Acredito que Glee seguiu uma linha tênue entre a apologia e a lição de moral final, o que deixou o episódio confuso se visto num contexto geral.

No mais, a festa na casa de Rachel foi diversão pura, e senti uma química entre ela e Blaine. Aliás, Lea Michele estava excelente nesse episódio. Torço para mais duetos entre Rachel e Blaine.

Will bêbado foi lamentável. Achei Matthew Morrison caricato demais, no maior estilo humor pastelão e que irritou.

Kurt voltou a aparecer, só pra ficar com ciúme de Blaine e um conflito com o pai, nada mais.

E só eu achei a Emma diferente nesses dois episódios? Me pareceu mais confiante.

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American Idol – Top 11

Nessa terceira semana de live show, com o tema Motown (que já cansou), tivemos várias apresentações excelentes, mostrando a qualidade desse grupo. Nos results, tivemos uma participação especialíssima de Stevie Wonder para celebrar o aniversário do Steven Tyler, além de Sugarland e a linda Jennifer Hudson.

Na hora de saber quem estava no bottom three, surpresa total. Casey, Stefano e Thia foram os menos votados, me fazendo queimar a língua por ter dito que o programa estava previsível.

Porém se formos analisar, Stefano e Thia não foram tão bem e Casey foi o primeiro a cantar e o menos merecedor de estar no bottom e o que dizer de sua eliminação? Ainda bem que tivemos os jurados sendo sensatos e salvando o rapaz. Acredito que semana que vem ele se salva – serão eliminados dois participantes, mas depois ficará mais complicado.

Top 3

Haley Reinhart – You’ve Really Got A Hold On Me

Uau! Melhor apresentação dela na competição. Adorei tudo, a voz combinou perfeitamente e a atitude foi ótima.

Naima Adedapo – Dancing In The Street

Impressionado com a Naima. Apesar de ficar preocupado quando ela resolve cantar e dançar, dessa vez ela acertou. Excelente.

James Durbin – Living For The City

Continua mandando bem, dessa vez numa vibe Adam Lambert pra mim. Ainda me incomodo com o excesso de auto-confiança.

Bottom 3

 

Paul McDonald – Tracks Of My Tears

Recuperou-se em relação à apresentação da semana passada. Só espero que o violão apareça só dessa vez.

Scotty McCreery – For Once In My Life

Mudou a música para o seu estilo e me incomodou. Achei o tom muito baixo e senti ele meio atrapalhado em alguns momentos.

Stefano Langone – Hello

O Stefano só se mantém na competição por causa do carisma, e isso fica evidente a cada apresentação. Se formos comparar com o David Cook ele perde feio. E essa música só serviu pra deixar a voz dele ainda mais analasada.

Friday Night Lights – The Right Hand Of The Father[05×03]

Após um longo tempo sem ver a série, por volta de três meses, cá estou pra comentar o terceiro episódio dessa última temporada. Friday Night Lights não é uma série fácil. Por mais que sinônimo de ser teen possa ser de qualidade duvidosa, a FNL traz uma densidade impressionante em suas tramas.

O episódio se desenvolve em duas histórias mais importantes além de mostrar Julie na faculdade. O desenrolar da festa do episódio anterior, cuja bebedeira foi parar na internet e causou a maior confusão para Tami e Eric. E também a aparição do pai de Vince.

Enquanto Eric resolve ir mais pesado com seus jogadores, expulsando alguns da equipe e impondo algumas regras, Tami parte para as palestras com as garotas e todo o seu jeito de mãezona.

Vince viveu uma montanha-russa de emoções, e seu pai com certeza, servirá como um amadurecimento para o rapaz. Outra situação que promete problemas é o fato de Jess começar a trabalhar com o time de futebol, agora fico na dúvida quanto ao tipo de conflito que eles irão criar para os dois.

Algo me diz que Julie irá se decepcionar muito com seu professor. Estranha a história do professor ter sido abandonado pela esposa. Ela deve reaparecer e trazer problemas para o casal, sem dúvidas.

Chuck – Chuck versus The Fear Of Death/Chuck versus The Phase Three[04×08/04×09]

 

Um episódio com boas participações, Richard Chamberlain e a linda Summer Glau, mas que infelizmente não me empolgou. 

O fato de não ter me empolgado me incomoda bastante, ainda mais pelo fato de que eu estava um bom tempo sem assistir a série. 

A trama de Chuck sem o Intersect e sua busca em tentar fazer com que ele volte a funcionar tinha tudo para render melhor, mas o fato de focar somente no romance de Chuck e Sarah como o estopim para o cérebro de Bartowski estragou qualquer possibilidade. 

O método do Agente Rye até foi interessante e esperava por uma reviravolta final, como se o personagem do Richard Chamberlain fosse um outro agente participando de uma grande encenação, mas o fato de ter um “continue”, ainda me dá esperanças de que irá engrenar. 

Fiquei com medo da Summer Glau participar pouco, e por mais que sua personagem não venha acrescentar nada à história, gostei da comicidade dada ao núcleo da Buy More com a Greta esquentadinha. 

Chuck Versus The Phase Three

Continuação direta do episódio anterior, esse Chuck versus The Phase Three, conseguiu empolgar melhor do que sua primeira parte. Isso se deve ao bom papel que Yvonne Strahosvki desempenhou. 

Achei interessante o roteiro ter se dividido em dois. Se em uma parte víamos os problemas de Chuck em recuperar suas visões, na outra vimos uma Sarah completamente irreconhecível. 

Aliás, de acordo com Casey essa era a Sarah antes de Chuck, sem “sentimentos”, capaz de fazer qualquer coisa pra realizar seu trabalho. Claro que aqui tudo foi atenuado por conta do amor dela por Chuck. 

A cena da luta na Tailândia foi sensacional de tão bem coreografada que foi. 

Enquanto isso, víamos uma possibilidade de um novo Intersect, com o computador que Ellie descobriu no antigo carro do pai.

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Modern Family – Halloween/Chirp[02×06/02×07]

Episódio de Halloween impecável. Com Julie Bowen, Sofia Vergara e Jesse Tyler Ferguson como os maiores destaques.

Vários momentos para se dar risada. Mitchell todo feliz indo ao trabalho fantasiado de Homem-Aranha foi sensacional, principalmente por descobrir que nem todos iriam e somente os excluídos é que faziam isso.

Jesse Tyler Ferguson estava hilário tentando de todas as formas se livrar da fantasia e não conseguindo, até o momento em que foi descoberto.

Divertido também foi o fato de zoarem tanto a Gloria por conta de seu sotaque que ela resolveu falar certinho inglês. O melhor foi guardado para o final com ela explodindo quando todos voltaram a implicar com ela.

O Halloween é na casa dos Dunphy, já que é o feriado favorito de Claire, e as outras famílias roubaram os outros feriados. O divertido foi ver a Casa dos Horrores e antes disso, Phil descobrindo que o vizinho se divorciou e com medo de que acontecesse o mesmo entre ele e Claire.

Chirp

Após muito tempo sem ver um episódio da série, retomei a temporada. E que arrependimento me bateu por estar tão atrasado.

Chirp é um daqueles episódios onde nada de diferente acontece, mas que serve bem ao seu propósito, divertir.

Todos os núcleos tiveram seu destaque, e eu diria que o que mais me agradou foi toda a situação de Claire com sua filha, Haley. As duas gripadas, e a mãe utilizando uma história da novela pra mostrar pra filha que ela devia conhecer outros caras, enquanto a filha pensa que a mãe está pensando em se divorciar, foi uma confusão divertida.

A trama de Mitchell e Cameron foi chatinha, só valeu pela Lily que estava lindinha.

Por fim, minha musa Sofia Vergara estava excelente no episódio assim como seus companheiros de cena que contaram uma história interessante culminando no momento em que Jay “assume” Manny como filho.

American Idol – Top 12

Top 3

James Durbin – I’ll Be There For You by Bon Jovi

Ótima apresentação. Exagerada nos momentos certos. A única coisa que me incomoda é que parece que o programa está ganho porque ele faz exatamente o perfil dos últimos vencedores.

Pia Toscano – Where Do Broken Hearts Go by Whitney Houston

Se arriscou e mais uma vez acertou. Adorei as mudanças na música e Pia até aqui tem sido a mais consistente dos participantes.

Casey Abrams – Smells Like Teen Spirit by Nirvana

Ganha ponto comigo pela coragem ao interpretar uma música do Nirvana, e o cara vai lá e consegue fazer uma boa apresentação. Excelente.

Bottom 3

Karen Rodriguez – Love Will Lead You Back by Taylor Dayne

Melhorou muito depois da semana passada. Gosto desse estilo espângles que ela traz. Só tem que tomar cuidado pra não forçar demais.

Haley Reinhart – I’m Your Baby Tonight by Whitney Houston

Adoro a Haley, mas ela é a típica participante que vai se perdendo nos live shows. Todos sabem que cantar Whitney é arriscado, ela escolhe uma música que definitivamente não combinava com sua voz. Após o bottom 2 na semana passada, esperava muito mais.

Paul McDonald – I Guess That’s Why I Call It The Blues by Elton John

Fraquíssimo. Fiquei bem incomodado, apesar de adorar o timbre dele essa música não era pra ele. Outra coisa que me incomodou foi a necessidade de ele chamar o público pra sua apresentação.