Após algumas semanas em pausa, a série voltou com esse episódio e infelizmente nem foi tão bom assim. O excesso de tramas tem sido um problema para a série, já que se faz necessário o desenvolvimento dos coadjuvantes.
Artie foi conhecido por nós somente agora, ele aparecia raramente e nunca havia tido um número musical, pois bem, o problema para conseguir um ônibus especial para levá-los para a Seletiva, fez com que o rapaz tivesse um solo, ao cantar “Dancing With Myself”, beijou a japinha que não é gaga, que só fingia por causa da timidez, e ainda por causa do problema, Will obrigou todos os outros integrantes do Glee a usar cadeira de rodas. Além do ato final, com eles cantando “Proud Mary” nas cadeiras, o que foi sensacional.
Além de Artie, pudemos acompanhar o duelo entre Kurt e Rachel pelo solo de “Defying Gravity”, tradicionalmente feminino, mas que o rapaz quer apresentar e seu pai o defende perante os professores, mas ao ver que seu pai ficou chateado quando ligaram anonimamente para lhe xingar, o garoto desiste.
Mal posso esperar pelo momento que Finn descobrir que o filho não é seu, ainda mais após ter sido esculachado o episódio inteiro por Quinn, que também esculacha Puck.
A maior surpresa do episódio, sem dúvida, foi descobrir que a coração de pedra Sue Sylvester tem uma irmã com Síndrome de Down e vai visitá-la quase sempre no hospital e ainda lê histórias para ela.

























