Publicado por thinkculture em 15/10/2009

Meus comentários sobre a série terminam com esse episódio, irei assistir e talvez até volte a falar sobre ela quando as restantes entrarem em hiato no fim do ano, mas realmente a série não me empolgou e só encaro o próximo episódio porque gostei do cliffhanger.
Esse episódio foi melhor que os dois primeiros sem dúvida, abaixando a poeira, nos situando melhor na história, inserindo novos personagens e desenvolvendo um pouco mais os outros, apesar de eu ainda achar o núcleo médico inútil, afinal aquele médico que ia se matar no primeiro episódio ainda não disse porque mudou de idéia.

O presidiário alemão foi uma ótima participação porque toda a manipulação que ele fez com Mark deixou o episódio mais interessante de se assistir, afinal eu queria saber o que a Cabala tinha a ver com os 137 segundos e também a história dos corvos estarem mortas, que Mark descobre no final já ter acontecido antes numa região da Somália. Fiquei ainda mais curioso com aquela forma no céu, será que eram alienígenas, ou viajei muito?
Foi desenvolvida a trama de Aaron que tenta descobrir se a filha realmente está morta, e parece que sim, mas a pergunta que não quer calar, como ele viu a filha no futuro então, vivinha? Outra parte interessante foi conhecermos a noiva de Demetri e ver o flashforward dela, ela disse que o viu, mas a gente não viu ele na praia, será que ela mentiria, ou é mais uma visão diferente do que os fatos estão mostrando?

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Publicado por thinkculture em 10/10/2009

Sinceramente ainda não vi o porquê de tanta expectativa em torno dessa série, que reconheço que após que entrou no ar caiu um pouco, mas ainda assim acho que não vejo o que todos vêem ao elogiarem-na tanto.
É complicado fazer uma história onde tem que chegar à algum lugar pré-definido e acho que talvez esteja o principal problema da série, já que você saber parcialmente o que irá acontecer, significa que a série tem que te surpreender de outras formas.
Um grande problema que vejo é o fato do casamento dos protagonistas estar tanto em foco pelo simples fato de na visão do futuro Olívia estar com outro homem, aliás, Mark já está tratando de tentar mudar seu futuro ao jogar a pulseira no fogo.

Ainda na família, a filha do casal, como toda criança nesse tipo de programa é meio assustadora, primeiro seus amigos que simplesmente resolvem brincar de Blackout, e depois pelo fato da menina conhecer o tal D.Gibbons, que confesso demorei a entender essa trama toda de Utah.
Apesar da audiência estar boa e ser certeza na lista de renovações, se continuar nesse ritmo não passo do quinto episódio, voltando talvez somente quando as demais séries que eu vejo entrarem chegarem ao seu final.

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Publicado por thinkculture em 29/09/2009

Muito esperada pela maioria dos fãs de séries, cercada de expectativas e prometendo ser a nova “Lost”, foi assim que FlashForward foi apresentada. E após ver seu episódio piloto, eu percebi que não ando com muita paciência para séries com conspirações e etc, fato que eu já estou quase abandonando Fringe.
A premissa da série é simples, mas pode ficar/ser complicada, de repente todas as pessoas no mundo apagam por 2 minutos e 17 segundos, onde tem uma visão do seu futuro. Mas no final, logo vimos que não foram todos os que apagaram, agora só falta ter uma grande corporação por trás disso tudo.
Uma coisa que me incomodou foram os personagens em sua maioria estereotipados, como o protagonista vivido por Joseph Fiennes, que tem problemas com álcool e em seu flashforward se viu investigando esse caso, denominado Mosaico e ainda às voltas com seu alcoolismo. Seu parceiro, Demetri, interpretado por John Cho não teve visão nenhuma e conclui que dentro de seis meses estará morto.

No núcleo dos médicos, temos a esposa de Mark, Olívia (Sonya Walger) que viu seu futuro ao lado de um homem diferente, que na verdade é pai do paciente que ela salva no episódio, e também seu colega de trabalho que estava prestes a cometer o suicídio, mas ver esse flash, como uma segunda chance na vida.
Sinceramente, a série não me cativou e está no teste dos três episódios. Talvez eu até confira a temporada inteira, mas sem comentários no blog.

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