Arquivo da categoria ‘Estréias’
Publicado por thinkculture em 08/10/2009

Mais uma série médica chega a TV, e aqui os retratados são os paramédicos, a única série que lembro sobre o assunto é Third Watch, mas nunca parei pra assisti-la, então fui ver essa série sem ter muito com o que comparar, apesar de já ter lido críticas desfavoráveis.
A série peca ao retratar a parte pessoal da vida dos paramédicos, mas na parte do trabalho houveram cenas bem interessantes de ação como a primeira no telhado, onde eu realmente nem esperava que houvesse um acidente daquela magnitude, e ainda que o namorado de Nancy (Anastásia Griffith) morresse ali.

Um ano se passa, e é hora de Rabbit (Cliff Curtis) voltar ao trabalho, ele também estava no helicóptero e parece que a série irá girar em torno dos dois personagens e provavelmente deverão ter algum tipo de envolvimento.
Dos outros personagens o que foi mais desenvolvido foram Boone e Marisa, o primeiro é casado mas flerta com as pacientes que atende e ela chega do Iraque pra trabalhar junto com Rabbit em seu retorno.

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Publicado por thinkculture em 06/10/2009

Com o final inusitado, Dexter volta pra sua nova temporada, com novidades na vida do serial killer de Miami. Afinal, como seria vê-lo sendo pai e tendo uma família? Isso tudo foi retratado nesse primeiro episódio, além de assuntos que pelo menos por mim já estavam esquecidos, personagens retornando, e a promessa do serial killer mais bem-sucedido já visto.
Michael C.Hall como sempre mostra porque é um dos intérpretes mais queridos pelos fãs de série, já que a vida de Dexter mudou totalmente com o nascimento do seu filho e agora em vez de termos uma pessoa centrada, Dexter se tornou uma pessoa que por não conseguir ter uma boa noite de sono, erra até mesmo num julgamento o que causa transtornos com Quinn – que se tornou personagem regular -, mas que acaba servindo de motivo para seu primeiro assassinato na temporada.

Confesso que as cenas de Dexter “vivendo o sonho” foram bem engraçadas, já que era impossível imaginá-lo assim na primeira temporada.
E agora, está de volta a Miami, o maior serial killer já visto que mata de uma maneira bizarra e por isso também temos a volta do Agente Lundy, agora aposentado, mas que continua na busca por esse assassino.
Deb continua com Antwon e também à procura da informante com quem seu pai dormia, eu fico curioso é pra se ela irá ligar os pontos e chegar a mãe de Dexter.
Foi surpreendente ver também o inusitado envolvimento entre LaGuerta e Angel. Falando nela, gostei de ver a cumplicidade que ela tem hoje em dia com a Deb.

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Publicado por thinkculture em 04/10/2009

A série está de volta após uma temporada bastante criticada e disposta a superar isso, o grande gancho da temporada passada, nem foi tão grande assim, pois de certa forma já esperávamos que Mike casaria com Susan, mas o que o episódio resolveu mostrar foram os dois meses que antecederam esse fato.
As tramas da série já começam a se repetir e talvez por isso as pessoas se cansem e a audiência despenque. Só reparar na história da Lynette, apesar de Felicity Huffman estar ótima – principalmente conversando com uma grávida de primeira viagem – sua trama é cansativa e não acrescenta nada demais, daqui a pouco Tom deverá ter outra crise de meia-idade ou coisa do tipo.
Bree começou a se envolver com Karl na temporada, e Márcia Cross também faz um bom trabalho nos lembrando aquela Bree das primeiras temporadas que pra fazer sexo num motel barato tem que ser do jeito dela.

Eva Longoria vem me conquistando e essa trama dela com a sobrinha de Carlos, mostra o quanto a personagem amadureceu e por mais que soasse piegas a cena em que ela aconselha Ana, tudo foi muito bem construído.
A nova família que tem como pais, Drea de Matteo (Família Soprano) e Jeffrey Nordling (recentemente em 24 Horas), é o mistério da temporada. Os atores são bons e realmente espero boas histórias saindo daí, ainda mais porque fiquei curioso com a cicatriz dela, e o fato do filho ter atacado Julie por não querer nada com ele.
Os preparativos do casamento, mostraram que Teri Hatcher na maioria das cenas não esteve bem e sua personagem aqui não ajudou, já que foi um tanto bobinha todo aquele fato dela não procurar Katherine pra se desculpar, humilhando-a ainda mais no dia do casamento.
Foi um retorno apenas Ok da série, mais como já estou há seis anos assistindo, não custa continuar, pelo menos por enquanto.

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Publicado por thinkculture em 04/10/2009

Eu não iria comentar a série nessa temporada, mas tenho que reconhecer que guardo todo um carinho especial porque foi a primeira que ficava ansioso por ver, como essa é a possível última temporada (será?), resolvi comentá-la.
A estréia da nova temporada tenta seguir os rumos definidos no final da temporada passada, mas adicionou novos elementos principalmente em relação ao futuro, que podem ou não ser perigosos para a série.
No elenco algumas mudanças, saem Aaron Ashmore e Sam Witwer, para a entrada de Callum Blue como o Major Zod e também de Brian Austin Green, em participações especiais, como John Corben, o Metallo.

Gostei da entrada desses dois personagens, o que deu uma movimentada na trama e também da ninja que vem do futuro junto com Lois pra tentar matá-la, mas que na verdade queria chegar a Clark. Já que segundo ela, ele será responsável pela destruição do planeta dentro de um ano, só que ela está no exército de Zod, quem será que ela traiu?
Após os acontecimentos, a Liga da Justiça se dissipou, Clark continuou fazendo seu trabalho tentando se manter distante das pessoas e utilizando uma espécie de uniforme, o que ficou bem estranho, enquanto que Oliver resolveu voltar a beber e enfrentar lutas em jaula pra ver se isso o culpava menos pela morte de Jimmy (alguém lembro de Ryan de The OC?). Achei interessante, perceber o quanto Clark está mudado, na cena em que Chloe pede pra ele voltar no tempo e ele se recusa.
Já Tess, acabou refém de Zod e seu exército pois acham que ela sabe de algo mais, agora eu não sei realmente a quem ela jurará lealdade.

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Publicado por thinkculture em 01/10/2009

Fui ver a série sabendo que é baseada num filme, mas nunca o vi, então nem tenho como comparar. Outro ponto que me chamou a atenção pra ver a série foram as presenças das atrizes Rebecca Romijn e Lindsay Price.
Eastwick é uma cidadezinha com tradição de mitos relacionados à bruxaria e na narração que ocorre enquanto somos introduzidos à trama, ouvimos que as mulheres não sabem de seu real poder até se encontrarem, e isso que acontece com Roxie, Joanne e Kat.
Roxie é mãe solteira, tem uma filha adolescente e namora um rapaz muito mais novo do que ela (lembrou alguma outra série?), mas seus problemas vão além, já que sua vida financeira anda complicada, tudo começa a mudar quando conhece as outras duas e ainda Darryl, o misterioso milionário. Aparentemente seu poder é ter premonições através de seus sonhos. Rebecca Romijn está bem divertida no papel e promete boas atuações mais cômicas.

Joanne é a típica jornalista retratada nas séries, tímida e totalmente fracassada no amor, já que é apaixonada pelo fotógrafo Will, mas não tem coragem de se declarar. Ao que tudo indica, seu poder é o da persuasão mas não funciona com todos. Descobre ao final do episódio que Darryl não é bem quem ele diz ser.
Por último, Kat, mãe de cinco filhos e que começa a série casada com um cara que não quer saber de trabalho enquanto ela dá plantão no hospital da cidade, seu poder tem a ver com a natureza.
A trama até que se constrói bem, deixando espaço para outras nos próximos episódios, já que a chegada de Darryl e a súbita reunião dessas três mulheres, não passaram despercebidas pelos demais moradores da cidade.

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Publicado por thinkculture em 29/09/2009

Muito esperada pela maioria dos fãs de séries, cercada de expectativas e prometendo ser a nova “Lost”, foi assim que FlashForward foi apresentada. E após ver seu episódio piloto, eu percebi que não ando com muita paciência para séries com conspirações e etc, fato que eu já estou quase abandonando Fringe.
A premissa da série é simples, mas pode ficar/ser complicada, de repente todas as pessoas no mundo apagam por 2 minutos e 17 segundos, onde tem uma visão do seu futuro. Mas no final, logo vimos que não foram todos os que apagaram, agora só falta ter uma grande corporação por trás disso tudo.
Uma coisa que me incomodou foram os personagens em sua maioria estereotipados, como o protagonista vivido por Joseph Fiennes, que tem problemas com álcool e em seu flashforward se viu investigando esse caso, denominado Mosaico e ainda às voltas com seu alcoolismo. Seu parceiro, Demetri, interpretado por John Cho não teve visão nenhuma e conclui que dentro de seis meses estará morto.

No núcleo dos médicos, temos a esposa de Mark, Olívia (Sonya Walger) que viu seu futuro ao lado de um homem diferente, que na verdade é pai do paciente que ela salva no episódio, e também seu colega de trabalho que estava prestes a cometer o suicídio, mas ver esse flash, como uma segunda chance na vida.
Sinceramente, a série não me cativou e está no teste dos três episódios. Talvez eu até confira a temporada inteira, mas sem comentários no blog.

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Publicado por thinkculture em 29/09/2009

A série com o final de temporada mais comentado do ano, voltou pra nos dizer se alguém morria e quem seria essa pessoa, claro que quem ler spoilers já sabia (foi quase impossível de evitar isso).
Tivemos um episódio duplo, bem intenso inicialmente, mas que foi diluindo sua trama pra no final voltar a ter uma grande carga dramática, logo que começou o episódio, a atuação da Sara Ramirez me chamou a atenção, impossível não ficar “sufocado” junto com ela, que precisava extravasar no momento, a morte de seu ex-marido.
A tentativa da Shonda Rhimes de criar um suspense, se seria mesmo o George, até que foi válida, mas coube novamente a Callie, a cena em que reconhece o corpo e ainda incumbida pela ex-sogra decidir o que fazer com os órgãos, aí que entra Izzie. Ela voltou da morte, e só sabia que sonhou com George fardado, sem saber o restante da história e que Alex não lhe contou, pra poupá-la, claro. Ela acaba descobrindo e decide que sim, se deve doar os órgãos do amigo.

Confesso que me incomodou um pouco o fato de serem mostrados quantos dias se passavam, mas fez-se necessário, a partir do momento em que teria que dar espaço para novas tramas. Voltando a George, o enterro dele acabou sendo uma reunião de seus amigos, que sem conseguirem pôr pra fora a tristeza, a puseram em forma de risadas na tentativa de dar uma leveza ao que havia acontecido, já que de fato não conseguiam acreditar que aquilo era verdade.
Voltando as atividades do hospital, Derek logo é abordado pela diretoria pra ocupar o cargo de chefe da cirurgia, o que ele pede um pouco de tempo pra pensar e ele logo conta para o Chief, que tenta encontrar uma saída.
Enquanto isso, Callie via seu trabalho sendo menosprezado e pedia demissão, indo trabalhar no Mercy West. Sloane virava vizinho de Callie, e sua amizade com ela despertou ciúmes em Lexie, que acaba aceitando morar com ele.

O luto foi demonstrado de várias formas, como a própria narração mostrou, com Meredith escapando se escondendo no sexo e trabalho, Bailey evitando se preocupar demais com seus residentes já que não são seus filhos, Christina com suas piadas sarcásticas que beiravam o mal-gosto e Alex que por ter visto a amada morta em seus braços, tinha medo de fazer sexo com ela.
Mas a grande revelação ficou pro final, com a novidade de que o Seattle Grace e o Mercy West se fundiram e agora todos terão que lutar por seus postos de trabalho.
OBS: Nesse episódio ficou clara a gravidez da Ellen Pompeo, já que os diretores não utilizaram foco de corpo inteiro nela.
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Publicado por thinkculture em 27/09/2009

Parece ser sempre assim, séries que a gente espera demais acabam nos decepcionando e foi um pouco o que aconteceu comigo ao assistir Cougar Town.
Adoro Courteney Cox e quis conferir seu novo trabalho e ela até que está bem, no papel da quarentona que vive numa cidade recheada de mulheres mais velhas que saem com homens que tem idade para ser seus filhos, na maioria (nos EUA, elas são chamadas de Cougars).
Ela é Jules que acabou de sair de um divórcio e tem que sustentar o marido e o filho adolescentes, em volta dela estão os vizinhos, um casal que costuma ter programas em comum com ela quando era casada, e seu vizinho recém-divorciado que sai com mulheres muito mais novas.
A série talvez falha em querer tirar riso a todo momento o que não acontece, poucos são os momentos realmente engraçados, na maioria são momentos constrangedores. Quem consegue fazer rir um pouquinho é a personagem de Busy Phillips, que encoraja Jules a sair e procurar namorado.
Jules acaba fazendo isso e conhece Matt, muito mais novo, mas com quem ela decide se aventurar e acaba sendo pega pelo filho.

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Publicado por thinkculture em 27/09/2009

Confesso que quando saiu a lista de séries que iriam estrear nessa temporada, The Good Wife não estava na lista das que eu queria ver, mas com o passar do tempo e ao ver os promos, algo me disse que de que a série teria grande atuação da Julianne Margulies (ER), e foi isso que vimos nesse episódio piloto.
Julianna é Alice Florrick, que logo no inicio do episódio faz o papel de boa esposa perante à imprensa ficando ao lado de seu marido que estava sendo processado por dormir com prostitutas utilizando dinheiro público.

Seis meses se passam e descobrimos que Peter foi condenado e está preso, resta então a Alice voltar a sua antiga profissão após 15 anos, trabalhando como advogada numa grande empresa. Como é uma série de recomeço e superação, não poderia deixar de começar tendo um caso em seu primeiro dia de retorno e ao mesmo tempo saber que compete por uma vaga com alguém muito mais novo, Cary (Matt Czuchry).
Alice chega na empresa pra mexer com todos, já que a mulher mais antiga (Christine Baranski), se mostra como uma espécie de mentora, mas quando ela percebe algo que a outra deixou passar, já lhe tenta puxar o tapete e isso se mostra também na figura da secretária que Alice divide com Cary, que em todo o momento só presta serviços a Cary confiante de que ele irá ganhar a disputa.

O caso que Alicia tem que defender logo de cara ganha identificação com ela, já que é uma mãe acusada de matar o marido, identificação por ser mãe claro. E Alicia, junto com sua amiga Kalinda começa a perceber algumas falhas que antes não foram notadas, conseguindo assim que o caso seja reaberto e ainda, as suspeitas caiam em cima do irmão da primeira esposa do falecido.
Alicia ainda tem que lidar com os problemas entre sua sogra e seus filhos e ainda a possibilidade de seu marido (Chris Noth) ser solto. Não esperava muito da série, mas gostei bastante, principalmente pelo potencial de boas atuações que ela pode nos oferecer.
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Publicado por thinkculture em 27/09/2009

Mais uma comédia que estréia e até que foi bem, principalmente pelo talento das atrizes. A trama da série é batida, mas se for usada de forma inteligente pode render bons momentos.
Jenna Elfman é Billie, crítica de cinema que após terminar o relacionamento com seu chefe, por ele não pedi-la em casamento, vai pra balada onde conhece Zack, bem mais novo que ela. Os dois acabam transando e após duas semanas ela descobre que está grávida. Eu realmente não lembro da Jenna trabalhando, mas achei a voz dela um tanto quanto estranha.
Já Ashley Jensen, parece estar reprisando seu papel em Ugly Betty, como a melhor amiga da protagonista, Olívia, mas ela consegue fazer rir.
Outros personagens, como a irmã de Billie, seu ex-namorado/chefe e os amigos de Zack aparentemente são bem estereotipados, mas vamos aguardar.
A série cumpre bem seu papel em fazer rir, mas em geral é bem simplória e isso pode incomodar os mais exigentes.

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Publicado por thinkculture em 26/09/2009

Os cinco amigos mais queridos da comédia estão de volta para uma temporada que promete mudanças após o que foi visto nos episódios finais da quarta temporada.
Ted finalmente começa sua carreira como professor universitário e já sabemos que ela está na sala dele, mas após toda sua confusão, ela estava na aula de Economia Avançada ou na de Introdução a Arquitetura? Uma boa questão. Aliás, todo o medo dele em dar sua primeira aula foi muito engraçado de se ver, e Marshall lhe dando o chapéu e o chicote do Indiana Jones foi cômico.
A outra trama foi o relacionamento de Barney e Robin e como isso se desenvolveria, e para os fãs do casal (eu!), a resposta é que desenvolveu de forma positiva. Eles são um casal muito peculiar já que claramente demonstram não quererem compromisso, mas a todo momento estão lá juntos e por isso Lily os tranca no quarto pra definirem a relação, eles resolvem mentir dizendo que estão namorando, mas Lily define melhor ao dizer que eles não sabem que estão mentindo, e é bem por aí mesmo.

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Publicado por thinkculture em 26/09/2009

Após uma temporada bem fraca, House voltou tentando mudar sua perspectiva ao colocar House como paciente, e nos perguntamos se daria certo, e foi um tiro certeiro.
Apesar de termos tido um episódio duplo em que dos personagens antigos só o protagonista e numa única cena Wilson, não tivemos um episódio arrastado, aliás, acho que é impossível dizer que quando os holofotes estão em Hugh Laurie, ele deixe a peteca cair.
Vimos desde o momento em que começou sua desintoxicação e todo o seu sofrimento, até o momento em que começou a interagir com os outros pacientes do hospital, e a partir daí que começamos a ver toda uma descontrução daquele House que vimos durante cinco temporadas. Ele bem que começa com seu jeito, tentando a todo momento sabotar os médicos do hospital, principalmente ao jogar na cara dos pacientes seus próprios problemas.

Com todas essas atitudes, ele chega até a ir pro quarto solitário. Quem chama a atenção entre os pacientes é Alvie, um latino que simplesmente não para, e adora fazer rap de improviso, o que rende boas cenas já que a todo momento ele está procurando House. Entre as técnicas de sabotagem de House, estão desde esconder o remédio na bochecha até a mandar outro paciente mijar no potinho em seu lugar, mas ele acaba sendo pego pelo diretor do hospital, Dr. Nolan.
O estalo de House só acontece, quando ele pega o carro de Lydia (Franka Potente) que está visitando uma paciente e leva o “Freedom Master”, para um parque e assim recupere a alegria que tinha ao chegar ao hospital, só que o tiro sai pela culatra e ele achando que realmente sabia voar, se joga e vai parar no hospital, fazendo com que House comece a terapia. Que envolve desde conversa, até a momentos práticos, como sua tentativa de não ser tão antissocial indo ao baile dos médicos, mas seu interesse está realmente em Lydia, e quando ele fica sabendo que ela vai embora junto com sua cunhada que melhorou, e sente algo por isso, Dr.Nolan resolve que é hora de liberá-lo.
Antes disso, teve o show de talentos onde Alvie e House fizeram uma dupla sensacional fazendo um rap.
Agora é ver como o pessoal do Princeton-Plainsboro irá recebê-lo de volta.

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Publicado por thinkculture em 24/09/2009

Primeira série a estreiar esse ano que não me agrada. Não sei exatamente explicar, vi que as opiniões se dividiram bastante, apenas um aspecto me agradou o casal de protagonistas, e só, nem Mischa Barton salvou o episódio.
A proposta da série é mostrar a vida de modelos que vivem em Nova York e tudo bem que todas aquelas situações até devem existir, mas mostrar todas em um único episódio é querer causar muita polêmica.

Sara Paxton é Raina, aspirante a modelo que quando a top model Sonja Stone não topa vestir uma determinada roupa, acaba virando a sensação da noite na Fashion Week de Nova York, a partir daí a trama começa para ela, que só tem 16 anos!
O outro protagonista, é Chris Andrews (Ben Hollingsworth), garoto vindo do interior pra passar uns dias em NY com sua família e que é descoberto por um agente de modelos, mas descobre que o cara tem segundas intenções.
Tem ainda o Corbin Bleu que também é chamado pra outros trabalhos por uma mulher do mundo da moda, tem o traficante de drogas, a rival e também o que se acha o tal (acabou rimando, sem querer!).

Enfim, seria melhor se não mostrassem tudo nesse episódio e a quantidade de tramas paralelas só me deixou confuso.
As personagens Raina e Sonja guardam segredos. Raina em relação a seu pai e seu irmão, e Sonja que sumiu por 6 meses no Rio(!) e teve um filho.
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Publicado por thinkculture em 16/09/2009

E a série mais guilty pleasure atualmente está de volta, e até que voltou bem. Personagens e tramas aparentemente mais maduras, com destaque negativo para a Serena da Blake Lively, que parece nunca sair do lugar.
Serena foi com Carter (Sebastian Stan) pra Europa durante o verão, pra encontrar seu pai, o que acabou não acontecendo e pode gerar uma ótima história, mas pro pai aparecer a garota paga um fotógrafo pra estampar ela em todas as revistas fazendo besteira.
Confesso que em alguns momentos achei a Blair e o Chuck meio apagados, mas só de saber que eles estavam fazendo jogos pra esquentar a relação tudo ficou mais animado, sendo a parte da dúvida dela o que tirou um pouco o brilho. E no final, ele fazendo papel de garçom, como fetiche dela foi cômico.

Nate é outro que parece não ter sua história desenvolvida, com os roteiristas resolvendo repetir o fato dos Van Der Bilt tentarem fazê-lo aceitar o estágio na prefeitura, ele até tenta se rebelar saindo com a inimiga da família, Bree Buckley (interpretada pela ótima Joanna Garcia), mas com certeza não irá conseguir fugir.
A relação de Dan e Vanessa fica bem abalada com o fato de ele estar rico e ela ter um pouco de aversão aos endinheirados, agora, ela se relacionando com o irmão dele, fico curioso como isso irá se desenvolver, já que Dan aparenta estar mais maduro.
Gostei bastante do casal Jenny e Eric, deram o tom cômico certo em alguns momentos.

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Publicado por thinkculture em 11/09/2009

Nunca vi a série original, talvez por isso em alguns momentos tenha me atrapalhado a entender alguns fatos, mas de certa forma não chega a atrapalhar o desenvolvimento da trama. A única observação, é A série da Katie Cassidy.
Katie Cassidy já é conhecida por alguns por causa de sua participação em Supernatural e também pelo seu papel em Harper’s Island, mas aqui parece ter sua grande chance. Já que sua Ella é o tipo de pessoa que manipula tudo e todos pra conseguir o que quer.
Voltando ao episódio, logo no inicio temos Sydney (Laura Leighton), chamando David por causa de alguma situação, e no dia seguinte sendo encontrada morta na piscina do condomínio. Bem legal esse condomínio a propósito. E a partir daí, se inicia uma investigação tendo David (Shaun Sipos) como o principal suspeito, mas Ella (Katie Cassidy), trata logo de arranjar um álibi pra ele, eu acredito que com segundas intenções.
Nesse meio tempo, o pai de David reaparece (Thomas Calabro) – lembrando que tanto Sydney quanto o pai de David são personagens da série original – e a gente vê o velho clichê de filho problemático, mas será que dessa vez com motivo?

Em outro apartamento vive o casal, Jonah (Michael Rady, de Greek) e Riley (Jéssica Lucas, de 90210 e do filme Cloverfield), já namoram há cinco anos, e pra tirar o marasmo, ele a pede em casamento bem na hora em que o corpo é encontrado. Ela acaba hesitando, enquanto que ele, com a ajuda de Ella tenta entregar seu filme a um produtor de cinema de quem ele filmaria a festa da filha. O casal, pelo menos, aparentemente parece ser o que menos tem a esconder, ainda mais que ele teve a chance de chantagear o cara e não fez. Riley parece ser o tipo da personagem que é o alicerce de todos os outros, é só ver como isso irá se desenvolver.
Ainda temos, a estudante de medicina, Lauren Yung, que quando seu pai é demitido, se vê numa enrascada pra pagar a faculdade, e se complica ainda mais quando o filho de uma paciente, num encontro com ela, oferece 5 mil pra transar. Ela nega, mas depois de uma conversa com Violet, acaba voltando atrás, a pergunta que fica. Ela vai virar garota de programa pra pagar a faculdade?

Por fim, a cantora-atriz Ashlee Simpson-Wentz dá vida a Violet, que foi quem encontrou o corpo, e é novata no condomínio, parece ser bem misteriosa, e aquele final, sei não, acho que ela é filha da Sydney.
O final expôs, mais ou menos o que cada um esconde, Auggie que parecia ser o mais agarrado a Sydney queimando um lençol sujo de sangue. David mostrando que consegue o dinheiro roubando obras de arte e Ella ficando com uma garota, a propósito, aposto que ela irá atrapalhar a felicidade do casal, já que não ficou nada contente com Jonah noivo.
Melrose estreiou de certa forma bem, não na audiência, mas garante um espaço aqui na próxima semana.
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