A ABC encomendou uma temporada completa da série, realmente não acho que foi merecida porque até agora não mostrou a que veio, apostando numa Courteney Cox se esforçando num texto extremamente bobo e que deixa sua personagem caricata.
Sinceramente pra mim já deu, continuarei a ver a série por mais dois episódios, mas não ganharão comentários, somente se a qualidade melhorar muito. Tinha gostado do episódio anterior, mas achei esse episódio tão exagerado em todos os sentidos e os demais personagens não tem um desenvolvimento satisfatório, tanto que eu por exemplo nem sei o nome deles direito.
Isso tudo pela história girar em Jules, que nesse terceiro episódio chega ao décimo encontro com Josh e faz uma maratona pra se preparar a primeira transa dos dois. Impressionante que em todos os episódios, o filho é mandado para a casa do pai, mas a gente praticamente não o vê passando um tempo com a mãe.
Fora isso, a trama dos vizinhos, da mãe que não gosta do filho e do cara que não conhece as garotas com quem transa foram muito mal desenvolvidas.
Fiquei realmente pensando se voltaria a comentá-la aqui no blog, já que seu episódio de estréia não me agradou mesmo. Reconheço o esforço que deve se ter em apresentar uma trama em 20 minutos ainda mais tendo um nome tão forte no elenco, mas o roteiro não ajudou Courteney na estréia de Cougar Town.
Aqui tivemos uma Jules bem mais natural e com isso mais engraçada, as cenas com o vizinho ainda soam um pouco forçadas, fazendo parecer que ela é nova na vizinhança, o que se for verdade deveria ter sido mostrado/dito. Achei bem engraçada a tentativa dela de manter dez encontros para então fazer sexo com seu namorado.
Jules não aceita ser chamada de velha e a tristeza chega quando percebe que não viveu seus vinte e pouco anos por ter sido mãe cedo. Quantas pessoas nós conhecemos que são assim, frustradas por não terem tido juventude? Eu conheço várias. Jules então decide ir pra balada com as amigas.
Nesse episódio quem me chamou a atenção foi Christa Miller, fazendo o contraponto em relação à personagem de Busy Philips. Jules acaba vendo que aquela vida não é pra ela, já que se cansou facilmente.
Aliás, ela dando uma de mãe “normal” acordando o filho pra estudar pra prova foi bem divertido, além é claro do MONSTER!!!!
Parece ser sempre assim, séries que a gente espera demais acabam nos decepcionando e foi um pouco o que aconteceu comigo ao assistir Cougar Town.
Adoro Courteney Cox e quis conferir seu novo trabalho e ela até que está bem, no papel da quarentona que vive numa cidade recheada de mulheres mais velhas que saem com homens que tem idade para ser seus filhos, na maioria (nos EUA, elas são chamadas de Cougars).
Ela é Jules que acabou de sair de um divórcio e tem que sustentar o marido e o filho adolescentes, em volta dela estão os vizinhos, um casal que costuma ter programas em comum com ela quando era casada, e seu vizinho recém-divorciado que sai com mulheres muito mais novas.
A série talvez falha em querer tirar riso a todo momento o que não acontece, poucos são os momentos realmente engraçados, na maioria são momentos constrangedores. Quem consegue fazer rir um pouquinho é a personagem de Busy Phillips, que encoraja Jules a sair e procurar namorado.
Jules acaba fazendo isso e conhece Matt, muito mais novo, mas com quem ela decide se aventurar e acaba sendo pega pelo filho.
Nessa quarta parte (não imaginei que seriam tantas, e ainda faltam!), falarei um pouco de Dexter, The Middle, Eastwick, Grey’s Anatomy, The Mentalist e Cougar Town.
Dexter – Foi uma boa terceira temporada, apesar de inferior a anterior, mas chama a atenção de todos em como os roteiristas irão levar essa nova vida de Dexter (pai e marido) a diante. O primeiro episódio já vazou no mês passado, mas eu preferi esperar e verei na época em que passar nos EUA. A série terá comentários por aqui.
The Middle – Não aposto muito nessa, mas irei dar uma conferida, não sei, algo me chamou atenção. História típica das famílias do meio-oeste americano, a série deverá abordar com humor a relação entre os membros de uma família tradicional.
Eastwick – Série baseada no filme de mesmo nome, traz três bruxas convivendo numa cidade pequena junto com seu mentor. O elenco chama atenção pelos nomes de Rebecca Romijn e Lindsey Price. Algo me diz que a série sofrerá na audiência, mas pretendo assistir pelo menos o primeiro episódio.
Grey’s Anatomy – Uma das minhas séries preferidas, Grey’s teve um final bombástico recheado de especulação sobre o elenco, apesar de já se saber se alguém realmente morreu. A nova temporada promete fortes emoções.
The Mentalist – Mesmo com a audiência lá em cima, me decepcionei bastante com essa série, afinal 23 episódios sem nos revelarem quem é Red John foi muita sacanagem. Darei uma pequena chance pra série nessa segunda temporada (sabe como é, muita coisa pra ver e pouco tempo), se não melhorar, tchau.
Cougar Town – Mais uma tentativa de Courteney Cox voltar à TV, dessa vez como uma quarentona que se muda pra uma cidade pequena com seu filho adolescente e se envolve com um cara bem mais novo que ela. Os promos estão bem engraçados, mas aqui será naquele esquema, se for boa continuarei a ver.